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quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Hoje é Dia de Santa Mônica





Recebi o nome de Mônica, devido à Santa Mônica.
Minha mãe, Carmen, muito católica, conhecia a história de fé desta mulher que virou santa, conhecida por persistir em oração na busca de seus objetivos e pelo bem de sua família.
Meus pais simpatizaram com a força que vinha junto com esse nome e assim me batizaram. 
Reza a lenda que meu pai, Pedro Américo, gostaria que fosse Monique - e assim ele me chama de uma forma carinhosa e só nossa até hoje - mas a preferência da minha mãe por Mônica, venceu. 

"Santa Mônica, rogai por nós!"


A história:

Santa Mônica provou com sua vida que realmente “tudo pode ser mudado pela força da oração.” 
Santa Mônica nasceu no norte da África, em Tagaste, no ano 332, numa família cristã que lhe entregou, segundo o costume da época e local, como esposa de um jovem chamado Patrício.
Como cristã exemplar que era, Mônica preocupava-se com a conversão de sua família, por isso se consumiu na oração pelo esposo violento, rude, pagão e, principalmente, pelo filho mais velho, Agostinho, que vivia nos vícios e pecado.
A história nos testemunha as inúmeras preces, ultrajes e sofrimentos por que Santa Mônica passou para ver a conversão e o batismo, tanto de seu esposo, quanto daquele que lhe mereceu o conselho: “Continue a rezar, pois é impossível que se perca um filho de tantas lágrimas”.
Santa Mônica tinha três filhos. E passou a interceder, de forma especial, por Agostinho, dotado de muita inteligência e uma inquieta busca da verdade, o que fez com que resolvesse procurar as respostas e a felicidade fora da Igreja de Cristo. Por isso se envolveu em meias verdades e muitas mentiras.
Contudo, a mãe, fervorosa e fiel,nunca deixou de interceder com amor e ardor, durante 33 anos, e antes de morrer, em 387, ela mesma disse ao filho, já convertido e cristão: “Uma única coisa me fazia desejar viver ainda um pouco, ver-te cristão antes de morrer”.
Por esta razão, o filho Santo Agostinho, que se tornara Bispo e doutor da Igreja, pôde escrever: 
“Ela me gerou seja na sua carne para que eu viesse à luz do tempo, seja com o seu coração para que eu nascesse à luz da eternidade”.



Santa Mônica e Santo Agostinho










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