Projetos

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Homenagem


Se tem uma coisa que é capaz de deixar uma mulher mais que contente, é receber um presente surpresa.
Não é que isso aconteceu comigo hoje, depois de um dia de agenda cheia?
Quase no fim do expediente, cheguei de volta ao gabinete para me inteirar dos assuntos e me deparei na minha sala com uma enorme embalagem de cor violeta envolta em uma bela fita dourada.
Logo, perguntei de quem era. As minhas assessoras falaram que alguém entregou, mas não sabiam o remetente do presente.
Então, quando abri, o que vi foi um quadro, em moldura preta, com a foto de que eu mais gostei em toda a minha campanha a vereadora, que teve a Paula Fiori como fotógrafa. O presente era dela. E veio com um lindo cartão acompanhando.
Não bastasse a impressão perfeita da imagem em preto e branco, Paula fez uma montagem com um texto maravilhoso em que ela documenta as impressões que estava observando ao meu lado, enquanto registrava os principais momentos da campanha.
Nossa parceria foi muito bonita e tivemos muita afinidade, algo que essa fotógrafa vibrante e extremamente dedicada ao que faz, conseguia traduzir em cada foto que tirava.
Tomo este presente como uma homenagem, uma lembrança concreta de tudo que vivemos e compartilhamos.
Aqui, o texto que acompanha a fotografia.

Tour pela Expointer Parte 2

Na ensolarada tarde de ontem, estive acompanhando a candidata Mônica Leal, juntamente com Guga Stefanello, em uma caminhada na edição deste ano da Expointer. Eu, como fotógrafa, e Guga como repórter, estamos fazendo a cobertura jornalística da campanha a vereadora de Mônica Leal, antes de mais nada, por ser ela nossa escolha pessoal como candidata.
Tenho vivenciado momentos incríveis nesta nova experiência fotográfica, é uma alegria estar na rua realizando o registro destes singulares momentos em que a Mônica pára para conversar com as pessoas e ouví-las em suas demandas.
Descobri com ela, que esta é a melhor forma de pensar um projeto de trabalho: ouvindo e estando com aqueles para quem se vai trabalhar, ou seja, com as pessoas, nos lugares por onde elas passam ou vivem suas rotinas, no contato com elas aonde elas estão, em suas realidades diversas.
Mas a Expointer não é uma rua...é uma multidão de gente, vindo e indo de todos os lugares para todos os lugares. Fica muito fácil perder-se daqueles a quem se está acompanhando.
Foi assim que fiz nova descoberta: não preciso ver aonde está a Mônica Leal para não me perder dela em uma multidão, basta ouvir...!!! Sim, ouvir!!! Porque as pessoas chamam por ela o tempo todo, são como "megafones"a me sinalizar o tempo todo, aonde ela está!!
Querem abraçá-la, manifestar seu incondicional apoio, tirar fotos para que depois de encaminhadas por mim, possam postá-las em suas redes sociais, dizendo desta forma: "Queremos Mônica Leal como vereadora de Porto Alegre!!!". Os que estão mais distantes chamam igualmente, para retribuir um sorriso, e, num gesto de "positivo", dizer: "Estou contigo"!!! É um jeito divertido de trabalhar, que me propiciou nova descoberta: que é diferente necessitar apresentar-se como candidato, do que ser alguém que as pessoas desejem que seja um candidato.
É diferente necessitar dizer o seu nome e apresentar-se como candidato, do que ser chamado o tempo todo no meio de uma enorme multidão que pergunta :-"Mônica Leal, tu és candidata??!!"
É muito bom quando se tem certeza de fazer as melhores escolhas!!!

E o momento em que eu abri o presente - que já está pendurado na minha sala:
















quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

No plenário


Compartilho aqui no blog, nota da Imprensa da Câmara Municipal de Porto Alegre de hoje, registrando minha participação durante reunião da Comissão Representativa em plenário.


Crédito foto: Desirée Ferreira

SEGURANÇA - A vereadora Mônica Leal (PP) lamentou usar a tribuna pela primeira vez desde o seu retorno ao Legislativo para falar de um assunto triste: a falta de segurança nas casas de diversões, que motivou a morte de centenas de jovens em Santa Maria. Disse que percebeu a vulnerabilidade desses locais, fato que antes não a preocupava, e que como mãe e cidadã sempre esteve atenta aos problemas externos, a situação de insegurança das ruas e não nesses locais. Disse que os pontos críticos que facilitaram a ocorrência da segunda maior tragédia coletiva do Brasil estão ligados a falta de fiscalização e citou o alvará vencido, os problemas do espaço físico, a falta de porta de emergência, extintores que não funcionaram, a superlotação, as falhas do plano de prevenção de combate a incêndio (PPCI) vencido desde de agosto como fatores que contribuíram para a tragédia. Cobrou maior fiscalização e disse essas pessoas morreram por falta de responsabilidade. Prometeu trabalhar incansavelmente para que a segurança seja cumprida em todas as casas de diversões da cidade e anunciou que protocolou projeto de lei que trata da proibição do uso de qualquer tipo de explosivos em locais fechados em Porto Alegre. 
(Imprensa Câmara Municipal de POA)



terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Aflição e dor


Meu dia iniciou com a visita ao Hospital de Pronto Socorro de Porto Alegre, onde um grupo de vereadores acompanhou o presidente da Câmara, Dr. Thiago Duarte. Nos reunimos com o secretário da saúde Carlos Henrique Casartelli, que nos passou informações sobre as medidas que o município de Porto Alegre está tomando para o atendimento intensivo das vítimas do incêndio de Santa Maria, muitas internadas em hospitais de POA e recebendo todo apoio e estrutura possível nesse momento de extremo cuidado. 
Pudemos conversar também com a diretora-geral, Elisabeth Collares e médicos do HPS, que retornaram com avaliações das ações do governo do Estado e município frente ao gravíssimo problema.
São sete hospitais de Porto Alegre que atendem casos da tragédia: Pronto Socorro, Santa Casa, Cristo Redentor, Clínicas, Conceição, Moinhos de Vento e Mãe de Deus.
O HPS imediatamente enviou a Santa Maria, respiradores, medicamentos, soro, luvas e outros materiais hospitalares, que foram enviados para aquela cidade, reforçando a estrutura material nos hospitais locais. 
A troca institucional num momento como esse é imprescindível, pois o que não podemos fazer é medir esforços e sim somar.
Saí de lá muito sensibilizada e preocupada no momento que vi de perto a realidade dos internados e a fala de uma mãe que nos encontrou e nos relatou  toda sua aflição e dor. O resto da tarde foi pesado e tornou-se muito difícil pensar em outra coisa.

Grupo de vereadores reunidos com o secretário Casartelli

Compreendendo a realidade da situação


Parabéns à classe!



Pois, hoje, comemora-se o Dia do Jornalista! 
Dando uma olhada na internet, encontrei uma pesquisa que achei bem interessante, justamente mencionando outras seis datas voltadas ao profissional do jornalismo.
Amplamente lembrados, então, deixo aqui o meu abraço aos meus colegas de profissão pelo dia de hoje!









segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Prazo de validade



Ontem, 27 de janeiro, eu estava em Torres. Cedo da manhã, fui dar a minha caminhada habitual. Caminhando, eu faria a minha despedida, pois seria o meu último dia lá.
No meio do percurso, recebi um telefonema da minha filha, alarmada com a notícia da tragédia em Santa Maria, pois a família do meu genro é toda de lá. Eles já haviam se tranqüilizado ao saber que nenhum parente estava entre as vítimas, mas a tristeza e a preocupação estavam na voz da Juliana.
Aí me dei conta, que naquela manhã, não liguei o rádio quando acordei, coisa que faço todo dia.  Só então me situei nas notícias e dali, passei o dia acompanhando, sem descanso.
O meu sentimento de cidadã foi de extrema tristeza e consternação, mas também de revolta, quando a imprensa começou a tocar nos pontos críticos que facilitaram essa barbaridade, ligados à falta de preparo dos seguranças, ao alvará do estabelecimento vencido, problemas na configuração do espaço físico da boate, o que resultou numa armadilha para aqueles jovens que não conseguiram sair dali.
Como mãe, refleti que nunca pensei que meus filhos pudessem estar correndo risco de vida quando vão a uma casa noturna. Que nunca pedi para verificarem as saídas de emergência. Penso muito mais no perigo do lado de fora, das ruas e das estradas. Nesse caso de Santa Maria, o perigo estava dentro, no espaço da diversão.
Havia perigo de antemão quando seus proprietários permitiam a superlotação da casa e o uso de efeitos pirotécnicos no palco; quando deixaram  vencer o plano de prevenção de incêndio, desde agosto de 2012, e quando as autoridades competentes do município não fiscalizaram o estabelecimento de forma correta, agindo na prevenção. Agora, colhem mais de duzentas mortes e famílias dilaceradas enterrando seus filhos.
Para certas coisas não pode haver exceções, uma segunda chance, vista grossa, e a segurança é uma delas. Segurança não tem prazo de validade. Tem que ser permanente.
E voltando ao domingo, só hoje me lembrei que havia me proposto a registrar no twitter e no Facebook a passagem do Dia Internacional em Memória às Vítimas do Holocausto, mortas em campos de concentração durante a II Guerra Mundial. A data marca o dia da libertação, em 1945, dos prisioneiros judeus de Auschwitz, o mais conhecido campo de concentração dos nazistas e, assim, se entranha em nossa memória como lembrança para que fatos parecidos nunca se repitam.
Eis que o massacre na boate Kiss me tirou o rumo e acabei não fazendo esse importante registro, que sem querer, transmite sentimentos em comum com o que ocorreu em Santa Maria: impotência, injustiça, indignação e desperdício de vidas.
O 27 de janeiro no Rio Grande do Sul, por sua dramática dimensão, já nos deixa a mesma mensagem – que nunca mais aconteça.





sábado, 26 de janeiro de 2013

Agenda política


Hoje, a partir das 19 horas, estarei em Xangri-lá para participar da primeira reunião regional do Partido Progressista, que objetiva o trabalho rumo às eleições de 2014.
Concluído o processo eleitoral de 2012, o Presidente do PP, Celso Bernardi convida vereadores, deputados, prefeitos, vice-prefeitos e senadora para o traçado do Plano de Governo Progressista. 
Esses encontros sempre mexem com a expectativa dos filiados e são muito motivantes para o trabalho conjunto que reforça a sigla positivamente.

Aqui, com o presidente do PP, Celso Bernardi,
no diretório estadual










sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Insegurança coletiva



Uma noite dessas aqui em Torres, a minha filha me convidou para dar uma caminhada, já que era possível, coisa que em Porto Alegre não podemos fazer.
Ela comentou que se sentia tranquila para fazer isso porque via os brigadianos nas ruas. Isso graças à Operação Golfinho, tradicional iniciativa da Brigada Militar, que realiza suas ações de patrulhamento, salvamentos, fiscalizações do trânsito e ambientais com o acréscimo de cerca de 80 policiais militares vindos das diversas regiões do estado.
Aí eu pergunto: E em Porto Alegre?
Nos meios de comunicação acompanhamos todos os dias os novos casos de violência na capital, que estão se dividindo entre homicídios, roubo de carros, assaltos a joalherias e postos de gasolina.
É alarmante. Parece que piora a cada dia. 
E os casos de explosão de bancos no interior, que continuam?
Esta semana, o tema dominou o enfoque de vários colunistas de diferentes jornais como Rosane Oliveira, Wanderley Soares e Rogério Mendelski, além do editorial de Zero Hora do dia 24, com o título Insegurança Pública. O texto contabilizou  os números da violência nos primeiros vinte e dois dias do ano, a vulnerabilidade da população, a ausência da polícia, de campanhas de prevenção e repressão eficientes e de respostas do poder público.
Contabiliza-se junto o isso, revolta, indignação, injustiça, prejuízos, mortos, feridos, famílias dilaceradas e muita dor.
A sensação de insegurança é generalizada.














quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Encurtando caminho



Foto: Blog 1000dias.com


Em abril do ano passado, escrevi aqui no blog uma reflexão sobre a questão da expedição de vistos de entrada nos Estados Unidos. 
À época, quando começaram a divulgar a possível reabertura do consulado americano em Porto Alegre, citei a proximidade que o Brasil estava de conquistar a liberação do visto de seus habitantes, pois um dos critérios do governo deles é isentar os países dessa exigência quando os mesmos atingem a cota de 97% de aprovação de vistos expedidos. 
Contávamos 95%. Já que a meta estava praticamente alcançada, já era hora de rever esses conceitos, que no nosso caso não incluí questões de segurança ou medo de terrorismo, há uma boa relação, diplomaticamente falando, e não possuímos sequer fronteira com os EUA.
Além disso, está mais do que na hora de constatar que o brasileiro já considera o país como o principal destino para férias e viagens de compras. Anualmente, mais de um milhão de brasileiros viajam aos Estados Unidos.
Os gaúchos até agora estão em desvantagem em relação ao visto, pois somam o custo da viagem a São Paulo ou Rio, ao pagamento das taxas, que é de R$330,00, valor mais caro que o ingresso da Disney!
Assim, podemos calcular o alto faturamento que resulta da contribuição de milhares de pessoas do Brasil e de outros diversos países que ainda não conquistaram a boa relação com os EUA nesse quesito. Deve configurar uma boa receita.
Atualmente, para entrarmos nos Estados Unidos, o processo pode levar até dois meses e é bom lembrar que não precisamos de visto para a Europa. 
Resgato o conteúdo desse texto frente a recente notícia de que foram assinados os documentos de locação do imóvel onde funcionará a sede do Consulado Americano em Porto Alegre, anunciada para 2014. Já é um bom passo. 
O espaço escolhido, depois de 35 imóveis analisados, cumpre o padrão de segurança exigido, mas terá que passar por obras de adaptação.
Vamos aguardar. Será um avanço para a capital dos gaúchos.







terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Uma joia em extinção



Nesse meu tempo de descanso em Torres, eu li muito. Penso que a leitura produtiva requer um lugar livre de ruídos e me cerquei disso. 
Por isso, hoje, eu quero falar dessa joia preciosa que está em extinção: o silêncio. 
O mundo anda mesmo muito barulhento e isso me preocupa. Um bom exemplo disso que cito, são os motoristas que buzinam por nada. Ora, a buzina é um recurso do automóvel que só deve ser usado em extrema necessidade ou numa emergência.
Dia desses, eu empurrava o carrinho da Catharina para que ela desfrutasse do ar saudável da praia e o passeio resultou numa doce soneca, mas que durou pouco, porque ela acordou assustada com uma buzina estridente de um motorista descompensado, que queria chamar um amigo em frente ao prédio do mesmo.
Reparo é que as pessoas, estando em espaços públicos ou coletivos, gritam, em vez de falar ao telefone celular, o que é por demais desagradável. Música alta também é algo que fere os ouvidos.
Nessa época de veraneio, com as nossas praias virando metrópoles, de tanta gente, serviços e engarrafamentos, o desrespeito dos carros de som e "festas de arromba" é enorme.
Outra coisa: claro que rir faz bem e contagia o ambiente, e gosto disso, mas daí a gargalhar e falar alto numa mesa de restaurante tem uma grande diferença, porque incomoda os outros em um momento que deveria não ser estressante como a hora do almoço.
Creio que devemos estar sempre atentos para perceber em que tipo de ambiente estamos e que atitudes são ou não próprias. Eu sei, às vezes é difícil não se empolgar ao receber uma boa notícia ao telefone, não buzinar, quando, de repente, vemos aquela amiga do outro lado da rua, mas, na dúvida, ser discreto não é nada mal.
Para fechar, frases que encontrei e que falam do precioso silêncio:


Quando falar, cuide pra que as palavras sejam melhores do que o silêncio, e lembre-se que alto deve ser o valor das idéias e não o tom da voz.

Autor desconhecido


Você é o senhor do seu silêncio e escravo das suas palavras.

Pensamento árabe


O som aniquila a grande beleza do silêncio.

Charles Chaplin








segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Novos contatos



Crédito foto: Saulo Vargas


Informo a todos, os contatos do meu gabinete na Câmara Municipal de Porto Alegre:
Av. Loureiro da Silva, 255, sala 208, 2º andar
fone: 3220 4290
e-mail: monicaleal@camarapoa.rs.gov.br

Um abraço, vereadora Mônica Leal






domingo, 20 de janeiro de 2013

Os muitos verões em Torres



Torres é o ponto de encontro da minha família nos finais de semana de janeiro e fevereiro. É o lugar onde eu passei os veraneios da minha infância, da adolescência, onde os meus pais tem casa até hoje, e em torno deles nos reunimos.
Depois de casada, mesmo sendo Capão da Canoa a praia onde o Alexandre veraneava, acabamos optando por Torres e mantendo o hábito quando nossos filhos eram pequenos. 
Hoje, eles têm vínculos afetivos como eu e não abrem mão de vir pra cá, e Torres, assim, já faz parte também da vida das pequenas da família. A Catharina, que completa seus cinco meses hoje, já passa seu primeiro verão aqui.
As fotos traduzem esse convívio:


Catharina e Martina prontas para a praia

Tivemos dias de mar limpo e transparente

Minha nora Fernanda dando um colo para a Marcela

Marcela e Martina na hora do picolé.

Papai Marcelo e Marcela observando as ondas

A praia como cenário ideal para um bate-papo
entre pai e filhos: Marcelo, Alexandre e Felipe

Felipe e Duda

Com meu sobrinho João, que passou o fim de
 semana com a gente

Minha filha Juliana e meu genro James






quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Pichação em foco



Esta semana, minhas postagens não poderiam enfocar outra coisa senão os atos de vandalismo com o patrimônio arquitetônico de Porto Alegre. Três jovens foram pegos em flagrante agindo na madrugada no centro da cidade.
Eu diria que eles não podem ser chamados de cidadãos, pois não "pertencem" à cidade, caso contrário, não seriam pichadores do seu próprio patrimônio. Um, já tem registradas 18 ocorrências e já deixou um prejuízo de R$100.000 por onde passou. O outro, que o acompanhou na ação, era estreante. Mas chocou ainda mais a atitude do terceiro – estagiário da secretaria municipal de obras e estudante de arquitetura, já com uma certa estrada na pichação, pois exibe em sua página do Facebook, várias imagens de seus símbolos espalhados por Porto Alegre. 
Detalhe: ele estava pichando o histórico Viaduto Otávio Rocha!
O que dizer? Esse rapaz, de 20 anos, precisa de uma reciclagem total na sua vida. Já foi demitido ontem mesmo da secretaria e foi bastante criticado pela coordenadora do seu curso de Arquitetura, que, assim como eu, classificou a atitude como surreal.
Agora, na Câmara, como autora do Disque-Pichação, vou acompanhar de perto essa problemática que toma conta de Porto Alegre. A efetivação de mais medidas punitivas aplicadas, que a prefeitura já está tomando, além das denúncias pelo serviço 153 e do controle das câmeras pela guarda municipal, é fundamental se quisermos resgatar a nossa cidade.
Mas, e a educação que esses jovens não tem, como podemos resgatar?







terça-feira, 15 de janeiro de 2013

“Colinho”


Como eu já havia contado num outro post, a Martina e a Marcela são as minhas grandes companheiras nesse tempo que tirei em Torres. Alguns programas são por demais divertidos e dariam bons capítulos de um livro de histórias, como por exemplo, a nossa ida a praia, que por  mais que já tenhamos os nossos hábitos e rotina, cada dia é um dia especial e diferente.
Mas tem uma coisa que não sai do roteiro: no caminho, a Marcela sempre pede um colo para dar uma descansadinha e eu paro, me abaixo e deixo ela sentar um pouquinho. É o que basta para a pequena seguir feliz e renovada. E a Martina, como prima mais velha, espera, bem comportada.


domingo, 13 de janeiro de 2013

Um hábito de que eu não abro mão



Caminhar na praia pela beira do mar é meu programa preferido. Inicio minhas caminhadas no Rio Mampituba e vou até a Praia da Guarita. Nesse percurso que faço, me deslumbro com a natureza daqui, cheia de verdadeiras relíquias eternizadas.
A caminhada faz bem para o corpo e para a mente e tenho por hábito essa prática, não importa onde esteja, em Porto Alegre, em Torres, na serra ou em qualquer viagem. Arrisco dizer que até com chuva eu caminho, e para isso tenho galochas e chapéu impermeável, ou, pelo menos não paro de caminhar quando começa a chover.
Aqui em Torres junto tempo, disposição e determinação, desfrutando do privilégio de ter uma praia inteira para caminhar. 










quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Cenário perfeito


Estou em Torres para ficar mais uns dias com a família. 
O tempo aqui é de céu azul, sol brilhando e nenhum vento. A água do mar esta transparente e numa temperatura que convida a um bom mergulho.
A beira da praia está tranqüila, ainda com pouca gente, antes que chegue o fim-de-semana, então, dá para fazer as minhas longas caminhadas de manhã cedo, curtindo a imensidão e o “silêncio”, pois o cenário é de paz e estou aproveitando. 










Boas-vindas!


Esta semana na Câmara Municipal, mesmo estando em período de recesso, muitos vereadores se fizeram presentes, utilizando o plenário, fazendo reuniões em seus gabinetes, que estão em fase de estruturação de pessoal e mudanças físicas, ou seja, todos se preparando para a gestão e início das sessões ordinárias, que iniciam em 1º de fevereiro. 
Na minha agenda, uma visita cortesia ao gabinete do vereador Dr. Thiago Duarte, atual presidente da Câmara, eleito na cerimônia de posse. 
Fui conduzida pelo vereador Kevin Krieger e, juntos, representamos o PP nas boas-vindas do partido ao presidente.
Abaixo, registro da visita:


Com verador Kevin e vereador Dr. Thiago





quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Novos vereadores no rádio



Registro da minha ida à rádio Guaíba na tarde de hoje, quando participei do programa Esfera Pública, comandado pelo Juremir Machado da Silva. Na pauta, as perspectivas dos novos vereadores que ingressaram na Câmara quanto à legislatura que inicia.
Comigo, foram convidados também a Séfora Mota e o Mário Fraga.
O clima do programa foi dinâmico e democrático, cada um falando da caminhada até a Câmara, dos projetos e focos do mandato.
Quem me conhece sabe que gosto muito de rádio e acho muito produtiva a divulgação do trabalho dos vereadores através da mídia, em programas informativos, de debates e que coloquem o político ainda mais em contato com a população.
Foi a minha segunda participação no rádio este ano e como vereadora de Porto Alegre, tendo sido entrevistada no domingo pelo Hora Israelita, voltado à comunidade judaica e veiculado pela rádio Band AM.

 Com vereadora Séfora Mota (PRB), jornalista Juremir e
 vereador Mário Fraga (PDT)




terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Referência política


No final da tarde de ontem, estive na sede do PP/RS para uma reunião com o presidente Celso Bernardi. O objetivo da visita era compartilhar com o presidente a notícia de que sou vice-líder da bancada progressista da Câmara Municipal e que consto como integrante da Comissão de Defesa do Consumidor, Direitos Humanos e Segurança Urbana.
Confesso a vocês que gosto muito de conversar com o Celso, porque ele é um grande líder, com capacidade de conduzir os progressistas e encorajá-los a buscarem desafios na política e realizarem seus sonhos. 
Tem a minha confiança e admiração, por ser um político educado, correto, comprometido e leal. Está sempre disposto a escutar os liderados e saber como se sentem, se estão bem dentro do desenho do partido. 
Então, sempre que tenho oportunidade, faço questão de me reunir com ele, levando minhas impressões, minhas dúvidas e minhas conquistas políticas.










segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Contra a pichação e o vandalismo



Crédito foto: GutoMagalhães

Boa lembrança faz esta matéria de ZH sobre a situação das pichações do nosso patrimônio arquitetônico e as novas medidas que o município está tomando para coibir esse tipo de infração.
É preciso denunciar, não podemos deixar que isso tome conta da cidade.
O serviço Disque-Pichação 153 foi proposto por mim no meu primeiro mandato de vereadora em 2006 a partir de discussões feitas na Comissão de Saúde e Meio Ambiente sobre o assunto, quando o Executivo acolheu e implantou a ideia através da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Segurança Urbana, por meio da Guarda Municipal.



Crédito foto: Guto Magalhães






domingo, 6 de janeiro de 2013

Redescobrindo Torres



Martina e Marcela são minhas grandes companheiras nesses dias de férias aqui em Torres. Com elas, estou redescobrindo minha praia, pois estou fazendo coisas que não costumava fazer, pelo menos desde que meus filhos eram pequenos.
Temos passeado muito pelas ruas da cidade, que, na minha opinião poderiam estar mais bem cuidadas, mas isso é assunto para outra hora. E vou no ritmo delas, do passinho curto e das mãos dadas.
Pela manhã, vamos à praia e lá construímos castelos, escavamos buracos e fazemos bolos de areia. Após o almoço, é hora da sesta, então, leio uma história dos clássicos dos contos de fada. Elas também gostam de assistir filmes, e como qualquer criança na idade delas, muitas e repetidas vezes. Para isso, eu trouxe uma boa variedade de DVDs, que vai de “Pinóquio” a “Procurando Nemo”.
Outras atividades que já fizemos e que foram deliciosas: fomos para a cozinha fazer um doce, desenhamos muito e encenamos um teatro das princesas! 
Dizem que o que importa é a qualidade e não a quantidade do tempo que dedicamos aos filhos e netos. Penso assim. Não bastaria estar próxima a elas, eu preciso estar junto, interagindo, ajudando nessa tarefa tão fascinante que é educar e cuidar de uma criança.
Alguns registros desses dias: