Creio que o trabalho de um vereador não tem sentido se não for pensado e realizado para atender a população e seus anseios, se não for conectado com os problemas da cidade e empenhado na busca de soluções. A caminhada rumo à Câmara Municipal já começou e quero continuar trabalhando pelo bem de Porto Alegre. Conto Contigo!
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
quarta-feira, 13 de maio de 2015
Vida Urgente
Na minha vida política abracei causas importantes. Participei das campanhas, lutei pelos incentivos, divulguei na tribuna e na imprensa, movida pelas minhas convicções. Algumas marcaram pela sua história e ficarão guardadas de maneira muito especial no meu coração. Um bom exemplo disso que falo é a Fundação Thiago Gonzaga que hoje faz 19 anos. A Diza é presidente da fundação que leva o nome do seu filho, falecido precocemente em um acidente de trânsito em 1996. É um trabalho voltado ao programa " Vida Urgente ", uma referência que temos aqui no RS.
Nossos jovens tem que aprender que a vida vale mais que uma balada, e que álcool não combinada com direção.
Nossos jovens tem que aprender que a vida vale mais que uma balada, e que álcool não combinada com direção.
Parabéns a Diza e à legião incansável de ajudantes da fundação!
| Com a Diza Gonzaga na sede da Fundação Thiago Gonzaga |
Conhecendo os registros das baladas seguras
terça-feira, 28 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Insegurança pública
Na tarde de hoje, utilizei a tribuna para falar o que está estampado diariamente nos jornais: insegurança pública.
Segue a matéria do repórter, da RBS TV, Jonas Campos sobre o assunto:
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Homenagem ao Dia do Exército Brasileiro
Na sessão plenária de hoje à tarde, no Período de Comunicações proposto pelo vereador Guilherme Socias Villela, foi de homenagem ao Exército Brasileiro. Usei o tempo de liderança do Partido Progressista para parabenizar a Família Verde Oliva. Falei do quanto este momento me é valioso, de poder me pronunciar pelo "Dia do Exército" mais uma vez, como sempre faço, desde o meu primeiro mandato como vereadora de Porto Alegre. A minha ligação com essa instituição é estreita e afetiva. O exército sempre esteve presente na minha vida, pois sou filha orgulhosa de um militar.
Segue um trecho do meu discurso na Tribuna e algumas fotos:
| Família " Verde Oliva " |
| Homenagem ao Dia do Exército Brasileiro |
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| Vereador Guilherme Socias Villela proponente da homenagem Foto: Cassiana Martins |
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| Com o General Antonio Hamilton Martins Mourão |
| Pronunciamento do General Mourão |
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| Elas me representam |
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| Banda do Exército Foto: Cassiana Martins |
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| Autoridades militares com o presidente da Câmara Municipal de POA Foto: Cassiana Martins |
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| Oficiais do Exército lotaram as galerias do plenário Otávio Rocha Foto: Tonico Alvares |
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| Discursando na tribuna |
quinta-feira, 9 de abril de 2015
O Sul- O encerramento de um ciclo
O jornal o Sul anunciou nesta última quarta feira, na primeira página em editorial da rede Pampa de comunicações, o seu encerramento. Como leitora assídua, como cidadã e jornalista, eu confesso que fiquei triste, pois tenho prazer de ler jornal. Faço questão de chamar atenção para este instrumento de transmissão e conhecimento tão antigo e necessário a todos que é o jornal impresso. Penso que para conquistarmos uma sociedade com mais qualidade de vida, é preciso que sejam oferecidas ferramentas de desenvolvimento social e cultural, e entre elas estão o jornal e a leitura. Mesmo com as novas tecnologias e “ameaças” de fazer o jornal migrar para o eletrônico, para mim nada vai substituir o cheiro do papel, a admiração de uma boa capa e a beleza da diagramação. Cada pessoa estabelece com seu exemplar, os lugares onde gosta de ler e o tempo que escolhe para isso. Jornal é tão especial para mim que faço questão de ser a primeira da família a ler. Acredito que por trás de cada objeto do jornal há uma história de vida, uma mão, uma mente que quer fazer chegar as outras, de forma legítima, a sua opinião.
Reprodução da capa de 08/04/2015
Colocando os pingos nos is
Na semana em que vamos completar 100 dias de Governo Sartori, meu colega vereador que é do PT, engenheiro Carlos Comassetto , utilizou ontem a tribuna para falar sobre a precariedade da Segurança Pública do RS. Ora, eu tenho pleno conhecimento do caixa zerado que o governador Sartori recebeu do ex-governador Tarso Genro. O que ocorre na Segurança Pública é resultado disso. Após ouvir o pronunciamento do Comassetto, solicitei o tempo de liderança do PP para esclarecer o assunto:
" Entre surpresa e chocada, eu assisto o vereador Comassetto falar dos cem dias do governo Sartori e cobrar desta vereadora o descaso para com a Segurança Pública. Quando deveria estar preocupado com a corrupção promovida pelo governo federal. Acompanhamos isso diariamente através da mídia impressa e da mídia falada. É a maior até hoje vista na história do Brasil. Quanto a Segurança Pública é importante registrar que a Comissão de Direitos Humanos e Segurança Urbana, da qual eu tenho a honra de fazer parte e já fui vice-presidente, no ano de 2014 ( governo do PT) foi visitar a sede do Departamento de Criminalística – IGP. O Departamento de Criminalística elucida crimes, decide se um cidadão é culpado ou inocente. Esta sede estava completamente sucateada por total descaso do Governo PT."
É preciso dizer mais alguma coisa ?
Segue algumas fotos do descaso com o Departamento de Criminalística.
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| Registro do meu pronunciamento |
Segue algumas fotos do descaso com o Departamento de Criminalística.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Reconhecimento
Se tem uma coisa que me deixa feliz nessa minha vida política é o contato direto com o povo. Penso, que é importante conhecer os anseios dos cidadãos para trabalhar dentro de sua realidade. As comunidades são diferentes umas das outras, com suas peculiaridades. E dentro da minha possibilidade legal direciono meu mandato na busca de soluções. Sou movida por entusiasmo em pessoas e causas, isso inclusive norteia meus pronunciamentos nas sessões plenárias da Câmara Municipal de Porto Alegre. Foi com este sentimento que utilizei a tribuna na última quarta-feira. Minha manifestação foi forte quanto as falas de colegas vereadores do PT que teimaram em alardiar que no Brasil está tudo maravilhoso, quando não está, prova disso foi este grupo de artesãs que estava expondo seus trabalhos aqui no saguão da Câmara e ao ouvirem meu discurso entraram no plenário para aplaudir o que eu estava dizendo. Meninas, obrigada por acreditarem nesta mulher, mãe e vereadora que sempre vai lutar por tudo aquilo que é justo e correto.
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Teoria x Prática
Hoje usei a tribuna para registrar minha surpresa quanto alguns pronunciamentos de colegas vereadores da oposição. Até me parece que eles não tem nada para falar porque o discurso é sempre o mesmo: ditadura. Enquanto a corrupção avança de forma avassaladora pelo Brasil à fora. Ora, não dá para vir aqui e dizer que está tudo bem, porque não está, prova disso é o resultado da pesquisa que mostra a queda de 24% na confiança da presidente. E o motivo desta reprovação é simples, a palavra dada em campanha que não foi cumprida, foi uma fraude eleitoral, prometeu que não iria aumentar a luz, gasolina e não cumpriu. Queremos o cumprimento da palavra, o que eles fazem na teoria, não funciona na prática.
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| Essa foto expressa a minha indignação por conta dos discursos demagógicos da oposição. Foto: Ederson Nunes |
domingo, 18 de abril de 2010
Estilo de Vida
Meu filho Marcelo, que é casado com a Fernanda, mora numa bela casa na zona sul. Lembro como se fosse hoje o dia em que, ainda noivos, os dois compraram o terreno para construir essa casa. Na hora eu confesso que não gostei muito, porque logo pensei na longa distância que separaria as nossas casas, mas como tenho por principio não me intrometer nas decisões dos meus filhos, a não ser que isso coloque em risco a vida deles ou a minha, fiquei quieta. Claro que ele, muito esperto, notando isso, me provou que eu demorava mais tempo do meu trabalho à minha casa, na Bela Vista, por causa do trânsito, do que no percurso até a casa dele, que contava com a nova perimetral. Também falou que preferia morar mais longe e no meio da natureza, podendo acordar de manhã e olhar os morros, sentir o cheiro do verde, apreciar o silêncio e não ter vizinhos em baixo, em cima e dos lados. Eu entendi e, logo, dei meu apoio, porque o Marcelo se identifica com isto e, desde criança, tem esse espírito. Os anos passaram e os dois construíram a casa do jeito que queriam. E mesmo "longe" é um prazer a ida até lá, sempre que dá, para um almoço em família e para sair um pouco da Porto Alegre agitada que estamos acostumados. Cada vez que eu vou na casa do Marcelo e da Fernanda, constato como é forte também o gosto pelo convívio com animais. Dois cachorros labradores, o Flow e a Margarida, participam da vida do casal desde quando eram namorados. O estilo que eles tem de vida, lembra muito o meu quando criei meus filhos, sempre em contato com árvores, flores, terra, bichos, cachorros, patos, passarinhos e peixes, pois achava que era saudável para o desenvolvimento deles.Teve uma vez que a Juliana, que devia ter uns seis anos, resolveu lavar a cabeça do Beto, um pato que ela tinha, com shampoo. Minha nossa, o Beto passou mal e tivemos que secá-lo com secador, fazer uma caminha em baixo de um abajur para ficar quentinho e foi graças a isso que sobreviveu. Sempre tive animais em casa. Eu fui criada com uma cachorra pastor alemão, a Cuca, do lado do carrinho. Meu pai, como todo militar, confia nessa raça e sempre tivemos cães pastor alemão em casa. Lembro que a única vez que não gostei foi quando o Marcelo me apareceu com um hamster que mais parecia um rato e esse animalzinho, com todo respeito, eu tenho horror, mas, na época, tive que aceitar aquele bichinho trazido por ele. Voltando à casa do Marcelo, no jardim tem um limoeiro e uma laranjeira que já estão dando frutas. A Martina, como pode se ver nas fotos desta postagem, acompanhou essa ida pela primeira vez e foi almoçar na casa dos "dindos", e tenho certeza que ela vai ficar freguesa...
James e Juliana apresentando a Martina para a labradora Margarida.Num primeiro momento a Margarida ficou de costas.
sábado, 17 de abril de 2010
Galeria de Manifestações
Queridos leitores:
Mônica:
Abraços,
Greice M. Oliboni / Encontro da Mulher Progressista dos Campos de Cima da Serra.
Sucesso!
Senhora Secretária,
Um grande Abraço Poético! Muita saúde e luz!!!
Rodrigo Neres
Dep. Cultura Santiago
Terra dos Poetas
Agradecimento:
Minha prezada Correligionária MÔNICA LEAL:
Abraço fraterno do
Francisco Turra – Presidente da ABEF.
São Paulo, abril de 2010.
Já passados quinze dias na minha nova caminhada, após os três anos de Secretaria da Cultura, aos poucos vou conseguindo colocar toda a comunicação em dia, comunicação esta gerada durante os últimos eventos que acompanhei e viagens que fiz como Secretária, ainda em março, e também as manifestações que foram chegando por e-mail ou pelos comentários neste blog, na semana em que me despedi da função no Governo do Estado. Isso sem falar das mensagens que chegaram no meu celular. Me dispus a ler todas, a responder diretamente a maioria e decidi usar o blog para publicá-las numa galeria de manifestações que demostram um pouco do que eu sinto nesse momento de mudança de foco e de novos objetivos de vida. Essas pessoas já estão contribuindo, com seu ânimo e incentivo, para a minha nova empreitada. E esses dias passados foram de certo descanso (merecido), mas também foram de agendas intensas e muitas reuniões positivas e produtivas - e não poderia ser diferente para quem há pouco estava em plena atividade em uma secretaria de estado, focando toda sua energia para finalizar sua gestão em meio a balanços, relatórios e orientações à equipe e à diretora geral Juliana Erpen, que agora é a Secretária da Cultura em exercício.
Bem, quem me conhece sabe que eu gosto de compartilhar ideias e externar meus sentimentos pelo que realmente vale a pena e pelo que faz a diferença:
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Querida Sogra,
Mais uma missão cumprida...mais um desafio a vencer!!!!
Quero te cumprimentar pelo lindo trabalho realizado na Secretaria de Cultura do nosso Estado. Eu, que sempre estive perto, sei do teu empenho e dedicação frente ao Universo Cultural. Deixaste tua marca, teu esforço profissional e pessoal.
Agora tens um novo desafio...muito trabalho pela frente. É hora de sonhar, fazer planos e ter muita energia para realizá-los, superando todas as dificuldades e obstáculos. Mas nunca esqueça que não estás sozinha...Estarei sempre ao teu lado!!!
"MISSÃO DADA É MISSÃO CUMPRIDA". E muito bem cumprida...Parabéns!!!!!
Um beijo grande, Nanda.
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Mônica:
Gostaria de dar os parabéns pela força e determinação que você demonstrou "para a mulherada" durante o encontro em Vacaria dia 13 de Março/2010. Você acabou de ganhar mais uma admiradora !
Abraços,
Greice M. Oliboni / Encontro da Mulher Progressista dos Campos de Cima da Serra.
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Sucesso!
Senhora Secretária,
Gostaria de parabenizá-la por sua incansável turnê pelo interior do Estado, desmitificando o processo cultural e suas formas de participação e captação de recursos. Também, aproveito a oportunidade para agradecer por colocar o funcionário e "pastor, bispo e cardeal" Rafael Balle, que tem atendido muito gentilmente nossas ligações e prestado uma valiosa ajuda.
Ao mesmo tempo que ficamos tristes por sair da Cultura, alegramo-nos com uma futura atuação, coerente, séria e comprometida. SUCESSO!!
Um grande Abraço Poético! Muita saúde e luz!!!
Rodrigo Neres
Dep. Cultura Santiago
Terra dos Poetas
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Agradecimento:
Dra Monica, estou lhe escrevendo tomando esta liberdade porque a senhora ontem no centro administrativo deu me o seu cartão assim como para mim e demais colegas que ali se encontravam, Dra Monica embora a senhora não saiba mas sou grande admirador do seu trabalho e de sua competencia junto a secretaria e demais cargos que desempenhou, por isso lhe desejo muito sucesso em sua jornada, e sei que seu nome tem tudo a ver com a vossa pessoa.[ LEAL]
Um abraço e mais uma vez obrigado.
artur nunes
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Minha prezada Correligionária MÔNICA LEAL:
No momento em que a nobre Amiga se despede das relevantes funções que ocupava no Executivo Estadual Gaúcho, como representante do Partido Progressista, colocando seu honrado nome à consideração da nossa grei partidária para concorrer no pleito de 03 de outubro vindouro, expresso-lhe, com satisfação e por dever de justiça, meu reconhecimento e agradecimento pelo magnífico trabalho realizado, almejando-lhe pleno sucesso e expressiva vitória no embate eleitoral que se avizinha.
Abraço fraterno do
Francisco Turra – Presidente da ABEF.
São Paulo, abril de 2010.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Prefeito Ruivo, o Grande
Essa vale a pena contar, porque me pegou de surpresa. No meu penúltimo dia como Secretária de Estado da Cultura, que foi bem corrido para deixar tudo organizado e apresentar minha retrospectiva para a Governadora Yeda, meu celular tocou e escutei a voz do Prefeito de Santiago dizendo: "Mônica, estás aí na secretaria? Vou aí agora porque preciso falar contigo". Eu, na hora, fiquei preocupada que tivesse acontecido algo com aquela terra que gosto tanto e fiquei esperando apreensiva o Ruivo chegar, mas minha apreensão se desfez por completo no momento em que ele adentrou na minha sala com os braços abertos, falando: "Eu vim aqui te dar um abraço e agradecer por tudo que fizeste por Santiago, o que jamais esqueceremos.Quero também te dizer que a cidade está te esperando para uma visita agora com calma, sem compromissos de governo".
O Ruivo veio acompanhado do vereador Antonio Carlos Santos Gomes, mais conhecido como Pelé, e nós três sentamos para tomar um bom café e conversar. Olha pessoal, eu confesso a vocês que essa visita me tocou profundamente, pois naquela loucura da minha saída, quando tanta coisa tinha por fazer e a impressão era de que não conseguiria vencer, ainda considerando que, no apagar das luzes, como diz o meu sábio pai, quando se deixa o poder, sentimos as ausências daqueles que se fizeram constantemente presentes, eu recebi a visita de um prefeito que mostrou que a sua amizade sobrepõe o meu cargo de secretária. Quando contei isso para o meu pai, que, por quarenta anos foi político e sentiu na pele essas debandadas (e por isso me preparou para administrar essas situações), ele logo saiu com essa: "O Prefeito Ruivo, é grande!"
sábado, 10 de abril de 2010
Desembarque na Política Gaúcha
Já não é de agora que eu tenho feito grande esforço para domar certos impulsos de inconformidade com a política gaúcha, que é a que eu conheço.Tenho procurado administrar meus sentimentos no que diz respeito às desilusões tão comuns nesse meio, mas confesso que, por mais que sobreviva aos desenganos políticos, tenho muita dificuldade de assimilá-los. Não consigo lidar com a política individualista, que beneficia A, B ou C, e não compactuo com conchavos que possam desvirtuar o conceito de Política que aprendi com um grande mestre que norteia o meu trabalho - Pedro Américo Leal, meu pai. Então, quando li na Zero Hora, a entrevista do deputado Alberto Oliveira (PMDB) desistindo da reeleição porque a atual política se resume à conquista de cargos e liberação de emendas, eu cheguei a conclusão que sou uma pessoa normal. O meu receio é que os bons políticos comecem a desembarcar da política gaúcha! Assim, como vai ficar o estado do Rio Grande do Sul?
Confiram abaixo a entrevista do deputado Alberto Oliveira, ex-Chefe da Casa Civil do Governo Rigotto.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Templo de Exercícios:
Na primeira semana das minhas férias em casa, já consegui retomar, com rigor, minhas atividades físicas. Sempre fiz ginástica três vezes por semana e acho que aí já se vão 30 anos nesse ritmo. Para mim, os exercícios são uma boa forma de desopilar, pois trazem um enorme bem estar mental. Mas, nesse mês de março, com a minha saída do governo, eu quase não compareci às aulas. Era tempo de focar toda a minha energia no balanço de três anos de trabalho na secretaria e de deixar tudo pronto para a Dra. Juliana Erpen, Diretora-Geral que indiquei como minha substituta. Havia pedido à Márcia, que é minha professora, que me desse essa folga, pois, em abril, voltaria com dedicação total e foi o que fiz. Então, cedo da manhã, fui para a academia Bodyone, que é onde faço ginástica. Fui recebida com manifestações afetuosa de amigos queridos, professores e funcionários. Coisa boa isso, eu me senti de volta à minha vida! Tem algo melhor que o abraço sincero dos amigos? Foram muitas pessoas que vieram falar comigo, satisfeitas pelo meu retorno ao convívio dos atletas voluntários. Quero nominar esses amigos que me acolheram de forma tão afetiva e me fizeram sentir muito aguardada. Tenho receio de esquecer alguém porque foi uma verdadeira festa quando entrei e peço desculpas se isso acontecer, adiantando que podem me cobrar, que volto no texto do blog e acrescento os nomes.
Entrei na sala das esteiras para ocupar uma ao lado da Juliana, minha filha, que chegou mais cedo e ficou me cobrando presença por insistentes torpedos - isso é bem dela, que adora ver a mãe malhando. Ali, a primeira pessoa que me abraçou com uma alegria contagiante foi o Túlio Martins. Ele parou de fazer esteira, veio ao meu encontro e falou brincando: ”Mônica, enfim de volta a uma rotina normal!" O Túlio é um amigo de longa data que acompanha e torce pela minha vida política.Também encontrei a Andréia Perna, a Alessandra Dubin, o Pércio França, Cristina Kaschny, Silvia Deiro, o Papito, a Maria da Graça e a Jussara. Minha nossa, o pessoal estava entusiasmado com a minha volta.
Depois dos exercícios, tem a hora do suco ou café no bar da academia, onde a conversa é solta e leve, onde todos confraternizam por alguns momentos, antes de ir para o trabalho ou para seus compromissos. Saí dali, e, como estava com tempo, pois eram só 9h, fui até a casa do meu irmão João Pedro.Tomei um bom café com ele e com minha nova cunhada que, aliás, gosto muito, porque ela tem o dom de fazê-lo feliz, que é tudo que me importa. Voltei para casa e me atirei, com ânimo renovado, na elaboração de uns textos que prometi para um jornal.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Bernardo e Hilda de Souza, uma lição de Vida
Ontem estive no lançamento do livro “A Palavra como Instrumento de Justiça” do ex-deputado Bernardo de Souza. O salão Julio de Castilhos estava completamente lotado de amigos, familiares, políticos e jornalistas. O Bernardo, com o olhar de quem compreendia tudo que acontecia, mas impossibilitado de manifestar-se devido a uma esclerose múltipla que o mantém numa cadeira de rodas já há algum tempo, escutou, como todos nós, o emocionado depoimento de sua esposa, Hilda de Souza, que falou em seu nome. A Hilda, sua companheira de muitos anos é uma mulher brilhante, que tem posição e faz acontecer. Foi uma deputada estadual marcante e, mesmo não tendo contato direto com ela, eu, à distância, sempre admirei a forma objetiva como colocava suas idéias. Confesso a vocês que nessa minha caminhada de vereadora, candidata ao Senado Federal e Secretária de Estado, já fui a tantas solenidades e homenagens que perdi a conta, sendo que várias foram interessantes de assistir e outras extremamente cansativas. Essa, em especial, foi tocante, além de merecida, pela história do homem público que foi Bernardo de Souza, porém muito difícil de assistir para quem o conheceu nas suas atividades parlamentares, no meu caso, através do meu pai, pois os dois atuaram na mesma época. A lembrança que tenho é de um homem ativo, determinado, ético, dedicado e entusiasmado com a vida, então, vê-lo ali como um expectador limitado dos acontecimentos do universo político e cultural do Estado, machuca demais e me fez sentir pequena diante dos acasos do destino e o que é mais latente, confusa sobre tudo . Eu gostaria de ter abraçado a Hilda e falado algumas coisas, mas não consegui porque fui traída pela emoção que aquela cena produziu em mim e resolvi sair a tempo de me restabelecer.Não sei se terei oportunidade de falar com ela de novo, mas gostaria muito de dizer que, mesmo em caminhos diferentes, muitas vezes com debates e embates acirrados que eu vi entre ele e meu pai, na época, foi justamente aprendendo com a maneira deles de lutar pelas causas em que acreditaram que foi despertado em mim esse gosto pela vida pública, essa vontade de trabalhar pelo povo, com grande influência na minha decisão de seguir a política. Lembro aqui um desses embates que promoveu uma forte discussão entre meu pai e o Bernardo, que foi sobre o nepotismo.Eles tinham opiniões completamente diferentes, pois Bernardo era contra a contratação de parentes e meu pai defendia a posição que o parlamentar era que nem um técnico de futebol, escalava seu time para ganhar, portanto escolhia os melhores, o que deixava claro que não teria funcionários “corpo mole” que não trabalhariam. Lembro bem dessa diferença de posições ser defendida com conteúdo, respeito e amizade entre os dois ícones da política gaúcha e sentia uma satisfação imensa por constatar a grandeza da oratória deles. Ainda uma criança pequena eu era levada aos comícios pelas mãos do meu pai e ficava encantada com o que escutava. Foram muitas as vezes em que fui no plenário da Assembléia Legislativa para assistir discursos de grandes homens públicos do passado e, ali, eu aprendi demais. Era o tempo de uma política feita por ideais, bem diferente desta atual, profissionalizada por segmentos, que se instalou no Rio Grande do Sul. Bernardo de Souza carregou esses ideais e continuará sempre nos ensinando a vida política, agora através da obra que contém os seus discursos.
Veja o que saiu nas mídias sobre o assunto:
- Correio do Povo
- Zero Hora
Veja o que saiu nas mídias sobre o assunto:
- Correio do Povo
- Zero Hora
Tempo em Casa
A vida da gente é tão corrida que tem vezes que passamos “batido” por algumas coisas que são fundamentais para a manutenção do nosso equilíbrio físico e mental. Não enxergamos que está ali, do nosso lado, muito próximo e sem custo nenhum, aquilo que nos faz bem, e o que é melhor, sem stress de aeroporto, avião, malas e hotéis. A verdade é que para descansar não é preciso ir longe e, para sentir um bem estar, não é preciso muito. A primeira regra básica necessária para isso é estar satisfeito consigo mesmo e não depender dos outros para ser feliz. Então, com base nesse meu mais novo sentimento, eu vou contar para vocês, o meu primeiro dia de férias.
Quinta-feira dia 1º de abril:
Acordei às 7h, coisa rara isso, pois normalmente acordo às 6h. Fico pensando que a mente humana é mesmo uma caixinha de surpresas. Não é que bastou eu sair da secretaria para me desligar por completo ao ponto de dormir mais do que o de costume? E, hoje, como eu tinha tempo sobrando, tomei café e li os jornais no jardim da minha casa. São três jardins, frente, lado e fundos. Esse que eu falo é na lateral, no segundo andar. É meu local preferido da casa. Ali os pássaros, muito cedo, tomam conta das árvores e entoam melodias lindas. Fiquei por horas apreciando a natureza e curtindo aquele espaço do meu paraíso. Minha nossa, há quanto tempo eu não fazia isso! Acho que aí já se vão sete anos que não me dava esse tempo de férias dentro de casa. Sim, pois de 2004 a 2006 eu fui vereadora de Porto Alegre e vice líder do governo Fogaça. Depois, concorri ao Senado Federal e, de 2007 a 2010, estive no Governo Yeda Crusius.
Às 10h, fui na casa da minha filha Juliana para levar a Martina para passear.Eu quis que minha primeira manhã de férias fosse só dela, e foi. Nós duas percorremos as ruas do bairro Moinhos de Vento, onde passei minha adolescência. Morei na avenida 24 de Outubro esquina Vila Jardim Cristhofel. Depois de um longo passeio, fomos a rua Padre Chagas e ocupamos uma mesa do Café do Porto para eu tomar um café e dar o suco de laranja para a Martina. Bem, aí foram momentos engraçados, porque encontrei muita gente conhecida.Uma dessas pessoas, que fez uma festa danada quando me encontrou, foi o meu amigo, deputado Bonow. A única coisa que eu não gostei da nossa conversa é que ele disse que não vai mais concorrer a deputado federal.Isso é ruim, porque se os bons começarem a cair fora, o que será do Rio Grande do Sul? Também sentou na minha mesa a empresária Adriana Cauduro. Ela é maravilhosa como pessoa e profissional, além de uma mulher linda e alegre.Era meio dia quando me aprontava para ir embora com a Martina e surgiram duas amigas muito queridas e de longa data, a Patrícia e a Lise, aí fiquei mais um pouco e colocamos os assuntos em dia. Subi para o apartamento da Juliana porque era hora do almoço da Martina. Dei um banho nela com direito a folia com palmas, derramando água para todos os lados, coisas que só uma avó pode se dar o direito de fazer.Depois fui para a operação papinha, algo que não fazia há 24 anos.Bah, mais parecia uma guerra do que um almoço, porque ela fez motorzinho e voou sopa na parede, na cadeira de comer, no meu rosto e na roupa.Sem contar que ela, querendo me fazer pagar um mico com a missão daquela manhã, lá pelas tantas resolveu fechar a boca para a colher e eu ali me debulhando em caras e caretas para a menina comer. Depois, foi o momento da mão dentro do prato. Ufa, foi uma tarefa e tanto, mas, ao fim e ao cabo eu sobrevivi, e o que é melhor, consegui que a Martina comesse tudo. Hora de arrotar e em seguida uma soneca. Ficamos as duas deitadas e abraçadas e logo ela pegou no sono, agarrada nos meus cabelos como se me segurasse para não ir embora - e quase que conseguiu porque me arrependi da combinação que havia feito para o almoço em casa.
De tarde, novamente, eu fiquei curtindo minha casa. Coloquei um abrigo e, ao som de um CD que dia desses eu ganhei de presente, organizei meu closet como queria. Sou super organizada, só que na jornada tripla que enfrentei nos últimos anos, não conseguia fazer isso e tive que delegar essa tarefa que, por melhor que fosse feita, não tinha o meu jeito e aí eu me atrapalhava toda na hora de procurar uma roupa. A noite eu não saí, coisa que sonhava fazer há muito tempo - curtir o anoitecer em casa, em vez do habitual, que era estar trancada no trânsito ou chegar muito tarde depois de ter comparecido a dois ou três eventos culturais, geralmente sem ter jantado - e vem daí que perdi quase oito quilos nessa rotina pesada.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
II Conferência Estadual de Cultura
Tive a satisfação de fazer a abertura da II Conferência Estadual de Cultura , que aconteceu na última sexta-feira, 11 de dezembro, na Assembléia Legislativa do Estado, realizada pela Secretaria de Estado da Cultura. Fiquei muito gratificada de ver 332 delegados da cultura, representantes de diversos municípios gaúchos, lotarem o Auditório Dante Barone, juntamente com as principais entidades representativas da cultura, trazendo suas propostas e experiências; participando e atuando como verdadeiros defensores da cultura do Rio Grande do Sul. A produção e a coordenação foi da equipe da SEDAC e da Comissão Organizadora que foi formada para trabalhar a conferência. Foram debatidas e definidas as propostas do Rio Grande do Sul para a cultura, considerando os eixos sugeridos para a Conferência Nacional de Cultura, que acontecerá em março do ano que vem, em Brasília. A mediação da mesa foi conduzida com muito conhecimento e firmeza pela Coordenadora do Sistema Estadual de Museus, Simone Monteiro. Um documento, resultante das discussões, foi elaborado. No final das atividades foram eleitos 33 delegados, conforme presença na Conferência, e distribuição dentro das 9 Regiões Funcionais do Estado, que participarão da Conferência Nacional em 2010, representando o Rio Grande do Sul. Missão cumprida. Deixo aqui meu agradecimento especial a todo o pessoal que trabalhou para este evento que reuniu e engrandeceu a comunidade cultural do RS.
No carro, meu escritório itinerante, assinando os certificados da Conferência aproveitando o tempo de deslocamento de um compromisso para outro.
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