sexta-feira, 9 de março de 2012

Antes tarde do que nunca



Esses dias, eu escutei na imprensa que a presidente Dilma Rousseff está preocupada com as altas taxas de juros cobradas pelos bancos. Que, em reuniões com a equipe econômica, ela tem dito que não vê justificativa para que o custo dos empréstimos ainda se mantenha tão elevado no Brasil, especialmente num momento em que o Banco Central está reduzindo a Taxa Selic. E mais: que ela já encomendou aos técnicos, um estudo sobre a composição do spread (diferença entre o que o banco paga para captar dinheiro e o quanto ele cobra para emprestar) e o que pode ser feito para que seja reduzido. Saúdo essa atitude, apesar de considerá-la extremamente atrasada.
Ora, não é de hoje que eu falo na questão dos juros abusivos dos cartões de crédito e dos bancos. O que a presidente quer agora é o que a sociedade brasileira clama. Não é admissível que as administradoras de cartões de crédito e bancos cobrem  taxas de juros acima de 200% ao ano e ninguém faça nada!   
Não faz muito que saiu uma notícia que o banco Itaú teve importante índice de lucratividade já nesse começo de ano.Também pudera. Assim até eu fico rica. Tenho muita pena do povo e dos empresários que rezam a cartilha dos poderosos. 
Mas, antes tarde do que nunca.  

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