sábado, 30 de julho de 2011

Lembrando Mario Quintana


Dia 30 de julho de 2011.Data que marcaria o aniversário de 105 anos do poeta Mario Quintana.
Durante o período em que fui Secretária de Cultura, inúmeras atividades, se realizaram com muita intensidade no Rio Grande do Sul, em torno do centenário deste que é considerado nosso anjo-poeta maior.
Mario Quintana foi o tradutor das coisas simples, dos hábitos do cotidiano escritos com melodia, inteligência, estilo, mistério e subjetividade.
Poeta alegretense, adotou Porto Alegre para suas andanças, e para se dedicar à literatura de corpo e alma, tendo como espaço de trabalho, pontos que são referencias para nós, gaúchos, como a Livraria do Globo e o Jornal Correio do Povo- em cujas páginas, ainda uma criança, aprendeu a ler, e onde mais tarde tornou-se colunista.
A Secretaria de Estado da Cultura é muito próxima de toda a memória identificada com Mario Quintana, pois tem em suas iniciativas históricas a aquisição e o tombamento do prédio do antigo Hotel Majestic, que abrigou o poeta como hóspede.
Assim foi viabilizada e concretizada a implantação da Casa de Cultura Mario Quintana, inaugurada em 1990 e que hoje é um espaço múltiplo onde estão reunidas todas as artes e manifestações culturais num só lugar.
Por todo esse perfil e potencial, este espaço poético deve ser constantemente valorizado e fortalecido para se manter como local produtivo e gerador de projetos e fomentos para que a arte aconteça.
Quintana nos deixa sua presença e seu legado muito vivos e continua a crescer a amplitude de sua obra por qualquer canto em que olhemos.
É leitura obrigatória de sua obra para o leitor sensível, cabe muito nas aspirações dos apaixonados e dos filósofos, é tema para pesquisas, teses, projetos educacionais, exposições, para releituras e novos livros organizados.
É nome de café, de bairro, de escola e de casa de cultura!
É nome cativo no coração dos gaúchos.


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