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terça-feira, 25 de setembro de 2018

Placa definitiva - Av. Presidente Castello Branco



Nesta terça-feira, dia 25 de setembro, tivemos o retorno definitivo do nome original da Avenida Castelo Branco, em Porto Alegre, com a colocação das duas placas de identificação da via, uma próxima a Estação Rodoviária e a outra junto à Ponte do Guaíba.
A determinação pelo TJRS, do retorno do nome da Avenida Castelo Branco, e não mais Legalidade e Democracia, reparou um erro jurídico.
A partir do projeto de lei que apresentei em 2014, e do mandato que impetrei junto com outros quatro colegas vereadores, a Lei que alterou a denominação da importante avenida, fruto de um projeto, de autoria de dois vereadores do PSOL, e votação que transcorreram com ilegalidades jurídicas e irregularidades processuais, foi anulada.
Fui pessoalmente acompanhar a colocação da nova placa, a cargo da EPTC, no trecho próximo à Estação Rodoviária, com muito orgulho e amor à Pátria e com o sentimento de missão cumprida.
Os acontecimentos passados e seus respectivos protagonistas influenciam na construção da história de uma país. Eles precisam ser conhecidos e lembrados e não tirados dos livros escolares e da memória do povo. O que foi consolidado ao longo do tempo não pode ser simplesmente modificado por razões ideológicas ou político-partidárias. 
Do início ao fim desse processo jurídico, foram muitas as pessoas que auxiliaram, pesquisando e embasando o tema, que apoiaram e caminharam ao meu lado, e que são também responsáveis por essa vitória da lei, da justiça e da perseverança, que nos devolve essa antiga e tão importante via de acesso e referência da Capital dos Gaúchos, que tanto nos pertence.





O grupo que esteve unido desde o início do projeto da troca da denominação do
principal acesso de Porto Alegre: Coronel Almeida, Coronel Hegel
 e Coronel Caminha








17 comentários:

  1. Esperava que o texto tivesse um resumo do embasamento que levou às mudanças de nome. Só como propaganda do evento, perdi o interesse.

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  2. Concordo com a Ana Paula, publica post com os argumentos da mudança pelo PSOL e da decisao pela reversao agira.

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  3. Não tem vergonha de exibir esse sorriso amarelo após ter gasto tanto dinheiro publico numa coisa ridiculamente pífia? Não tem vergonha na cara? Que birra ridícula e infantil! Lamentável demais para os cidadãos Porto-alegrenses serem representados por uma pessoa assim.

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  4. E isso é reportado com orgulho? Que país é esse? Vocês perderam todo o resto de vergonha? Uma bofetada na cara da população.

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  5. Parabéns por fazer esse feito importantíssimo. Vai mudar a vida de muita gente que passa e vive em baixo daquele viaduto. Vê se faz algo de útil no resto do teu mandato. Noção tu não têm, espero que agora crie vergonha na cara.

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Você tem razão! Esses personagens devem ser lembrados e devem ficar na memória da população brasileira. Mas não como heróis, nomeando ruas e avenidas no Brasil. Eles devem ser lembrados como ditadores, torturadores e assassinos, pois é isso que eles foram. Vergonha de ver mais um brasileiro e político defendo a Ditadura!!

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  8. Não havia nada mais útil pra fazer na representação dos cidadãos que lhe deram o cargo pra trabalhar por eles , nesta data? Castelo Branco foi representante de uma ditadura que foi muito violenta e que o povo chutou em 1985 e passado tanto tempo , hoje não vivemos mais isso Graças à Deus, mas ainda tem os inconformados com o seu fim ? O nome atual louvava muito mais a Democracia que é o que o povo quer. Nada mais justo que deixar como estava ... Atuar pelo contrário é dar um tiro no próprio pé político. Perdeu muitos eleitores hoje ...

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  9. Acho que deveriam denominar como Carlos Marighella, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lamarca, Ernesto Guevara de la Serna.

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  10. Acho que deveriam denominar como Carlos Marighella, Luiz Carlos Prestes, Carlos Lamarca, Ernesto Guevara de la Serna.

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  11. Que desserviço! O saudosismo pela nome de uma avenida que relembra a democracia em troca do nome de um ditador. Devemos rememorar nossa história, contudo, relembrando a real história. Saudar a ditadura e seus representantes é o mesmo que aclamar a tortura, as mortes praticadas, as perseguições indébitas. Cada vez que eu, gaúcha do interior do estado chegava a Porto Alegre, sorria ao pensar que meu Rio Grande valorava a democracia e reconhecia o longo e árduo percurso que foi trilhado para ela conquistar. Hoje, com esse ato funesto, você e os seus conseguem afundar ainda mais o que restou de nossa democracia. RIDÍCULO.

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  12. Foi feita justiça. Todos estes que criticam estão impregnados deste ranço pernicioso. Acham que a história deve ser suprimida.

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  13. que vexame ver isso. que mulher sem noção... deveria sentir vergonha!

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  14. Pelos comentários, dá para ver que muita gente não sabe nada de história. O nome anterior é uma alusão a Leonel Brizola. Só isso. Não é nenhuma defesa da legalidade e democracia. Se não houvesse legalidade na decisão, os desembargadores do TJRS não decidiriam assim.

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