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domingo, 19 de março de 2017

Pelo direito de defesa dos cidadãos

Participei da manifestação do movimento “Armas pela Vida”, que reuniu muitas pessoas no Parcão, em Porto Alegre, neste domingo.
Em meio a grave crise da segurança pública em todo o Brasil, surgiu o sentimento de revolta com o Estatuto do Desarmamento, que tirou o direito de defesa dos cidadãos. O clamor é pela mudança na legislação.
O “Armas pela Vida” propõe transformar a indignação com a insegurança em uma ferramenta da sociedade, manifestando essa insatisfação e cobrando a imediata ação do Congresso. O movimento exige  empenho dos políticos em Brasília para a aprovação do Projeto de Lei n° 3.722/2012, que irá, de forma prudente e responsável, alterar o Estatuto do Desarmamento e devolver ao povo sua capacidade de proteção, dando ao bandido uma resposta concreta à sua agressão.
O deputado federal pelo Rio de Janeiro Eduardo Bolsonaro estava presente e se pronunciou sobre a necessidade da população pressionar os deputados para votarem a favor da mudança no Estatuto do Desarmamento. Tive a oportunidade de conversar com ele lá.
Sou a favor do armamento do cidadão por uma razão muito simples: a proposta do desarmamento não desarmou o bandido, desarmou o cidadão de bem que busca mecanismos para se defender da insegurança do cotidiano. Os bandidos estão armados, pois sempre encontraram formas ilícitas de obtenção de armas. Só o desarmamento da sociedade foi regrado.
Desde  quando concorri ao Senado, em, 2006, que defendo a importância do Governo Federal fiscalizar as nossas fronteiras, pois é por ali que o armamento pesado entra, contribuindo ainda mais para este desequilíbrio e para o desenfreado avanço da criminalidade.
Buscamos reverter o Estatuto no momento em que a população brasileira está sendo abatida diariamente pela bandidagem armada.



Com deputado federal, Eduardo Bolsonaro

A vereadora Comandante Nádia também participou do ato

Momento da fala do deputado apoiador da causa

Outro registro, com Bolsonaro e Comandante Nádia

Muita gente presente no Parcão, demonstrando a insatisfação da sociedade







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