quarta-feira, 19 de setembro de 2012

A festa da Branca de Neve


A Martina comemorou seus três anos numa festinha de aniversário no domingo, com a família, os priminhos e as amiguinhas do condomínio. Como a Juliana está com a Catharina recém-nascida – amanhã ela faz um mês! – quis fazer algo menor, mais íntimo. 
Martina queria passar o aniversário vestida de sua personagem favorita, a Branca de Neve, e eu prometi que iria mais cedo para arrumá-la. Quando cheguei, ela me disse: “Vó, eu tava te espelando pá me deixar uma Branca de Neve bem linda”. Foi um momento de diversão e cumplicidade. Faço questão de criar e incentivar oportunidades assim, que fortificam nosso vínculo cada vez mais. É um cuidado, um mimo que exterioriza o amor que eu tenho por ela.
Como é importante a gente valorizar a criança, deixá-la exercer sua personalidade e estar ali do seu lado, curtindo junto. A relação avós e netos sempre é especial, diferente da relação diária com os pais. E com cada neto é diferente, eles entram na nossa vida e a gente vai se moldando e se doando para fazê-los pessoas seguras e felizes.
Ah, foi bom demais estar presente, pois a pequena curtiu muito a festa, que teve a surpresa de uma recreacionista fantasiada de Branca de Neve, como ela.
Depois do “Parabéns a Você”, eu subi para o apartamento da Juliana e coloquei uma roupa de trabalho, afinal,  tinha que ir para a rua fazer minha campanha. Sim, qualquer dia tem que render, não há um de folga até 07 de outubro!

Pronta para a festa!

Posando, antes de descer para o salão de festas

Momento de felicidade registrado








segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Quer? Então faça acontecer, porque a única coisa que cai do céu é a chuva (Vinícius de Moraes)


Em dias de chuva como foram o domingo e a segunda-feira, algumas ações da campanha ficam prejudicadas, ficam mais difíceis de realizar, claro. Eventos ao ar livre são cancelados, as praças e parques ficam vazios, algumas pessoas optam por ficar em casa, fora o trânsito que fica caótico. 
Mas eu não me acanho para a chuva e crio as mais variadas alternativas para encarar a rua, garimpar votos e cumprir minha agenda, que tem sido muito cheia por conta da proximidade com a data das eleições municipais. Para isso, basta eu estar bem equipada, ora!
Na foto, a minha melhor companheira dos dias de chuva: 


domingo, 16 de setembro de 2012

Paz e segurança, sempre!



Ontem, no abraço ao Estádio do Grêmio, em comemoração aos aniversários de 109 anos do clube e de 58 do estádio e também à proximidade da inauguração da nova arena, em dezembro, tivemos um exemplo de um evento monumental em sua proposta e que deu certo, pois transcorreu sem tumultos ou incidentes. Claro que ali todos vestiam a mesma camisa e estavam motivados e emocionados pela mesma causa, mas o clima que observei me fez pensar que isso deveria ocorrer sempre nas partidas de futebol por aí afora.
Sou contra a violência nos estádios. Aquela ocasional, surgida de ânimos exaltados e aquela programada, mal intencionada, geralmente planejada com antecedência.
Quero paz e segurança nesses eventos do futebol, amistosos ou oficiais. Eles demandam cuidado, pois  envolvem muita gente, movimentam a cidade transformando o trânsito, reúnem uma diversificada amostra da sociedade, revelando personalidades no furor por um time.
No caso de Porto Alegre, seja Inter, seja Grêmio, imagino que a grande maioria dos torcedores quer isso também. Esse tempo até a Copa do Mundo é um bom espaço para se treinar esse comportamento fraterno, solidário e saudável do verdadeiro espírito esportivo.
Voltando ao evento, me chamou muito a atenção a presença de tantas crianças pequenas levadas pelas famílias e já se “educando” para o prestígio e amor ao seu time e, assim, para uma futura conduta respeitosa com os adversários, que é o que todos devemos ter.

 Crianças bem pequenas curtindo o Olímpico...

 ...na garupa do pai


Registro da ida ao abraço no Grêmio!

sábado, 15 de setembro de 2012

Minha pequena prenda de aniversário



Dia 15 de setembro: uma linda prenda faz aniversário. Martina completou três anos. Me lembro como se fosse hoje. Em plena atividade da Secretaria da Cultura em tempos de Acampamento Farroupilha, de preparação para o desfile do Vinte de Setembro, participando da intensa agenda de governo e acompanhando a programação cultural,  ela nasceu. Aí, meu tempo parou e meu coração passou a contar mais uma pessoinha para amar. Desde lá, somos ótimas companheiras de muitas aventuras.
Eu e o Alexandre a convidamos para almoçar e já desconfiamos que o destino seria uma galeteria, pois ela adora. Comemoramos a data com direito a velinha, que levei e coloquei na sobremesa, e com todo o restaurante cantando o “Parabéns” com a gente. Amanhã, ela comemora com as crianças amigas, numa pequena festinha que a Juliana preparou. Olha a faceirice dela na foto, vestida tipicamente para comemorar a Semana Farroupilha! 


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A saga dos cavaletes



Depois de um primeiro episódio ocorrido em agosto, encontrei mais dois cavaletes da minha campanha a vereadora cortados e no mesmo local, um canteiro no finalzinho da Av. Goethe, próximo as quadras esportivas do Parcão. Novamente me vejo frente a um ato de vandalismo que me deixa indignada, pois sou do princípio que vivemos em sociedade e temos normas básicas de convívio e respeito de limites.
Goste ou não dos cavaletes, se eles cumprem ou não sua função, se poluem a cidade, se são bens "privados" em área pública, podemos questionar, mas, sua colocação correta e respeitosa nos lugares autorizados está dentro da lei eleitoral e as campanhas devem fazer uso de todos os recursos que lhe são permitidos. 
É claro que não dá para aceitar cavaletes largados em cima das rampas para cadeirantes, ou impedindo a visão dos motoristas e o ir e vir dos cidadãos. Deve haver discernimento na hora da escolha dos locais.
No dia a dia da colocação dos meus cavaletes, bem cedo pela manhã, em que muitas vezes eu mesma faço, tenho o maior cuidado com a ordem de chegada, com a boa visibilidade do meu, mas também com a dos outros candidatos que também estão ali colocados. Eu até já juntei cavaletes alheios caídos! Só eu mesmo. 
Pensando na dinâmica diária determinada aos tais cavaletes, já mandei confeccioná-los em um tamanho pequeno, fácil de manejar e que eu pudesse dominar sozinha, porque nesse sentido, faço, por opção, uma campanha enxuta, composta inicialmente de trinta unidades desse meio legal de divulgação política. Para mim e para a minha equipe colaboradora é um material de trabalho que cuidamos e preservamos, sem desperdícios.
Infelizmente, esses atos de vandalismo em tempos de campanha podem surgir, inclusive, entre concorrentes que não sabem que para participar da política é preciso ter espírito esportivo. Mas este ano é nas redes sociais que iniciativas desgostosas e de protesto se disseminam e estimulam os simpatizantes a chutar um cavalete político por dia e praticar outros atos do gênero - alguns alegando que o fazem somente com placas colocadas em locais indevidos. Seriam eles politicamente corretos? Representantes do Ministério Público asseguram que a prática configura em crime de impedimento de publicidade eleitoral.
Bem, e o que dizer de furto de cavaletes? Também fui vítima. Quatro cavaletes meus simplesmente sumiram e o interessante é que isso aconteceu em um mesmo bairro, onde os mesmos candidatos costumam marcar presença com sua propaganda.
Em vez de sair à rua com estiletes, canetas nos bolsos ou mal intencionados, porque não pesquisam sobre um candidato que fuja do perfil que eles não querem ver eleitos? Querem renovação? Existem muitos candidatos em primeiro pleito. Querem excluir os corruptos? Sim, é possível, basta investigar seu passado. Eliminem de suas preferências os carreiristas e votem em idealistas, então.
Basta ter o mínimo de informação, de educação e de interesse nesse processo de exercício da cidadania chamado eleição.

Primeiro ato de vandalismo sofrido - cortes feitos com estilete

Segundo - rasgões violentos



quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Resgate Precioso



Em meados de agosto recebi, pelo Facebook, um convite para fazer parte de um grupo de descendentes das famílias Trindade, Soriano e Ibañez, proposto para aproximar "primos distanciados pela vida", como me escreveu Maria Luiza Soares, que foi a prima com quem fiz contato primeiramente. Bem, sou Mônica Ibañez Leal e logo que soube, aderi ao grupo. Depois de algumas mensagens trocadas, não é que nesta quinta, eu já estive reunida com seis primas, em um maravilhoso chá da tarde? Sim, elas são organizadíssimas e muito ativas para que a família se veja e continue sua história em comum.
Dei uma parada na loucura da campanha e fui ao encontro do grupo no Variettá Bistrô, do Shopping Praia de Belas. Foi ótimo, pois também revi o meu amigo Simonetti, que nos recebeu super bem, como sempre.
A conversa girou em torno das ascendências de cada uma, da árvore genealógica da família, da tradição espanhola na ourivesaria, que veio junto com os primeiros representantes para o Brasil, no meu caso, o trabalho do meu avô materno João Ibañez, que foi um dos proprietário da Joalheria Ibañez, aberta por muitos anos na Rua da Praia. 
São primos segundos, terceiros, quartos e quintos que estão resgatando sua história, procurando fotografias antigas, mexendo na memória e sinto que vai ser muito bom esse contato daqui para a frente. No próximo encontro levarei a Dona Carmen Ibañez, afinal ela é parte responsável por esse elo afetivo que está sendo cuidadosamente polido por todos nós.

Crédito das fotos: Paula Fiori

Da esquerda para a direita, com Ana Bazerque, Viviane W. Velloso, Léa Maria Frassettos, Marilene Goularte, Silvia Vargas e Maria Luisa Soares


 Posando para a posteridade

Registrando encontro com o proprietário do Variettá Bistrô, Edenir Simonetti



quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Na semana de Combate a Evasão Escolar


A melhoria do ensino e da educação formal visando oferecer plenas condições de aprendizado e envolvimento, a inclusão cultural, digital e esportiva de crianças e jovens, são formas preciosas para promover o afastamento destes da criminalidade. Cabe aos governos e a sociedade como um todo, efetivar soluções que proporcionem uma rede equilibrada de valorização do professor, de manutenção e modernização das escolas, de programas e atividades pertinentes e de participação da comunidade. A escola é o lugar onde as crianças deveriam estar com prazer e interesse, mais do que nas ruas. 
No meu primeiro mandato como vereadora de Porto Alegre, foi instituída a Semana de Combate a Evasão escolar em Projeto de Lei (019/06) de minha autoria. 
Entre os objetivos da proposta estão garantir a permanência de crianças e adolescentes no contexto escolar; conscientizar educadores, famílias e alunos quanto à importância da educação formal; criar um espaço de debate e reflexão que defina metas e caminhos para que os jovens atinjam seus objetivos profissionais; prover a formação de cidadãos críticos e conscientes de suas responsabilidades e de seus direitos. 
O período determinado para o reforço do pensamento deste tema nas escolas foi a semana que inclui o dia 15 de setembro. As atividades a serem realizadas compreendem a apresentação de vídeos, palestras, dinâmicas de grupo e ações de voluntariado.
É preciso divulgar e insistir nos problemas que decorrem da ausência do jovem na sala de aula, que são muitos: metodologia defasada, falta de professores, greves muito longas, insatisfação com a direção escolar, ausência do incentivo por parte dos pais e até mesmo de alguns educadores, gravidez, contato com drogas e a necessidade de trabalhar para ajudar a família nas despesas.
Para combater a evasão é necessário que se crie estratégias que evitem o processo, como um trabalho de conscientização não só com o jovem estudante, mas com toda a comunidade, que deve entender que a permanência do jovem na escola reflete diretamente na sua realização pessoal, profissional e ainda, no desenvolvimento do seu meio. Em dados divulgados pela campanha A educação Precisa de Respostas, do Grupo RBS, atualmente, sete em cada dez alunos completam o ano no Ensino Médio no estado, sendo a reprovação e a evasão escolar alguns dos principais entraves para o Rio Grande do Sul atingir suas metas de qualidade no ensino.
Realmente, temos motivos de sobra para nos empenharmos diretamente nas causas e não deixar que os números aumentem. Seria maravilhoso, em breve, ver os governos e suas secretarias de educação divulgando novos patamares, mais positivos.

O Estatuto da Criança e do Adolescente, por sua vez, não se limita a garantir o acesso ao ensino público e a estabelecer mecanismos para compelir o Estado a cumprir suas obrigações. Estabelece, ademais, regra de controle externo da manutenção do aluno na rede escolar, atribuindo aos dirigentes dos estabelecimentos de ensino fundamental a responsabilidade de, superado o funcionamento da instância escolar, comunicar ao Conselho Tutelar e, na sua falta, à autoridade judiciária os casos de altos índices de repetência, reiteração de faltas injustificadas e evasão escolar.Tal comunicação oportuniza o surgimento de novas relações institucionais que superam práticas individualizadas e permitem inserir a sociedade na discussão para detectar as causas e encontrar meios de possibilitar o retorno e a freqüência do aluno às aulas, integrando todas as forças para mantê-lo na Escola.

FOTOS: Banco de Imagens Portal PMPA/ Atividades diversas em escolas Muncipais de POA