domingo, 8 de dezembro de 2013

Compartilhando a semana em fotos


A cada sexta-feira, quando preparo a  postagem da semana, dou uma olhadinha para trás e constato sempre: como são dias intensos esses na Câmara Municipal de Porto Alegre.
Juntam-se as agendas diárias como plenário, gabinete, comissão, CPI, reuniões do partido com os muitos outros compromissos que surgem em função do exercício da vereança e que não se limita à Câmara.
Compartilho esses momentos:


No jantar de final de ano do SULPETRO, junto aos amigos progressistas Adão Oliveira,presidente
da entidade e vice-presidente do PP Municipal e Celso Bernardi,
Presidente do PP Estadual

Reunião semanal da CEDECONDH. Na pauta as causa do atraso na reabertura
da emergência do Hospital Parque Belém

Flash na bancada do Jornal da Pampa de terça-feira: com JK, Karla Krieger, que nesse dia
substituiu a apresentadora Magda Beatriz, Farid Germano Filho e Yeda Crusius


Com representantes da Federação de Paintball do RS: Adriano Vedovi, presidente
 e Alexsander Buratto, diretor de campo

Pronunciamento na tribuna do plenário da CMPA a respeito da falta de investimentos 
ao Departamento de Criminalística do IGP RS
Foto: Ederson Nunes/ CMPA

Na CPI da Procempa acompanhando o depoimento de um ex-funcionário da empresa
Foto: Leonardo Contursi/ CMPA

Reunião da Executiva do PP Municipal tratando de evento com a presença da Senadora
Ana Amélia Lemos e da próxima Conferência da Mulher Progressista

Na sala da presidência da Câmara aguardando a abertura da 2ª Conferência Municipal de Segurança Urbana na sexta-feira: secretário adjunto municipal de Segurança, João Helbio, secretário municipal de Segurança José Freitas, secretário adjunto 
estadual da Segurança Pública, Juarez Pinheiro, Major André Córdova, do 9º BPM e 
secretário estadual da Segurança Pública, Airton Michels
Foto: Guga Stefanello

Também na abertura da 2ª Conferência Municipal de Segurança Urbana, com as guardas municipais Clártia Soares, supervisora interina da Área Centro-Humaitá e Emilene Pimentel,
do Núcleo de Ações Preventivas

Foto: Guga Stefanello













sábado, 7 de dezembro de 2013

Ana Amélia pede voto aberto


Compartilho notícia da Agência Senado sobre projeto da senadora Ana Amélia, que vem para atender um dos anseios do povo brasileiro: a transparência na política


Ana Amélia pede pressa na inclusão do voto aberto no Regimento Interno

Senadora defende o voto aberto em todas as decisões do Congresso Nacional

A senadora Ana Amélia (PP-RS) defendeu, nesta quinta-feira (5), a tramitação em regime de urgência de projeto de resolução de sua autoria (PRS 88/2013) que modifica o Regimento Interno do Senado estabelecendo o voto aberto nos processos de cassação de mandato parlamentar e em outros em que a Constituição não estabeleça o escrutínio secreto, como escolha do presidente da Casa.
Em sua avaliação, a aprovação pelo Senado da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº  43/ 2013 que abriu o voto em casos de cassação e na análise dos vetos presidenciais representou um momento de encontro com a sociedade brasileira, uma vez que atendeu pelo menos em parte as reivindicações dos movimentos de protesto de junho.
— O povo não quer saber quantas comissões o Senado terá ou como será distribuído o tempo dos senadores no Plenário. Isso é importante para ordenar os nossos trabalhos, mas o que as urnas querem mesmo – repito – é muita transparência. E nesse sentido, a única parte do regimento que guarda relação com essa reivindicação é exatamente aquela em que existem previsões de voto secreto, além do determinado pela Constituição — afirmou a senadora.
Para a senadora, as alterações no Regimento Interno do Senado serão fundamentais para evitar futuros questionamentos em casos de cassação sobre os quais a Casa venha se debruçar.

Fonte: Agência Senado com Assessoria de Imprensa

Ana Amélia na tribuna do Senado Federal









quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Empenhar não é gastar


 Requerimento sendo entregue ao presidente da Câmara na sessão plenária de 04/12
Foto: Elson Sempé Pedroso/ CMPA

Imagino que muitos leram a matéria* de duas páginas publicada em Zero Hora no dia 02 de dezembro último, sobre o sucateamento do Departamento de Criminalística do Instituto Geral de Perícias do Estado.
Como eu tenho participação direta nisso, já que recebi em meu gabinete uma denúncia sobre a grave situação do DC, apresentei e fui relatora do dossiê entregue ao Ministério Público Estadual e ao do Trabalho, sempre me manifestei sobre a falta de investimentos no departamento que é responsável pela elucidação dos crimes no Rio Grande do Sul.
Frente a isso, após a reportagem, o jornalista que estava responsável pela Página 10 da Zero Hora me contatou. Publicou uma nota registrando a origem da denúncia e a minha afirmação sobre a falta de investimentos no Departamento de Criminalística.
No dia seguinte, a coluna citava a Secretaria da Segurança Pública e o IGP desmentindo o dado e informando um valor empenhado de 3,3 milhões em investimentos no IGP.
Ora, empenhar não é gastar! Quem foi gestora pública como fui, sabe muito bem que são valores previstos para utilização em projetos da secretaria, mas que retornam ao orçamento caso os mesmos não existam.
Em função disso, usei a tribuna para dizer que aquela informação do montante investido no Departamento de Criminalística não tinha me convencido, visto que, se fosse assim, não teria sido interditado. 
Entreguei, então, um requerimento ao presidente da Câmara solicitando que fossem convidadas para uma reunião, as autoridades ligadas à Secretaria da Segurança e ao IGP para que expliquem no que foi aplicado este valor e onde estão as melhorias.

















terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Prestigiando a Sulpetro


Participei do jantar de confraternização de final de ano do Sulpetro*, que tem no comando o meu querido amigo Adão Oliveira, presidente da entidade, que promoveu um encontro organizado e extremamente prestigiado, como acontece todos os anos.
Muitos representantes da política gaúcha presentes, entre deputados, secretários de estado, representantes do governo municipal, incluindo o vice-prefeito Sebastião Melo e vereadores. 
Todos maravilhosamente bem recebidos pelo Adão e sua eficiente equipe de funcionários.
Compartilho os registros da noite:


Entre o presidente do Sulpetro, Adão Oliveira e o presidente do Partido Progressista estadual, Celso Bernardi

Advogado Alexandre Markusons e o diretor-executivo do Sulpetro, Luis Antônio Steglich

O evento contou com a presença do vice-prefeito de POA, Sebastião Melo



Ao lado do presidente da Câmara Municipal de POA, vereeador Thiago Duarte , PDT e Adão Oliveira


Na companhia de Jorge Cuty, Secretário Adjunto da Saúde municipal e vereador 
Kevin Krieger, presidente do PP Municipal e presidente da FASC

Presidente da Assembleia Legislativa do RS, deputado Pedro Westphalen e o presidente 
Adão Oliveira com três mulheres progressistas: Márcia Krieger (e esposo), 
eu e Isabel Nardes

Eu e Isabel Nardes recebendo um abraço afetuoso do presidente da ALRS

Com Jerônimo Goergen, Deputado Federal pelo PP

Com Frederico Antunes, deputado estadual do PP

Deputado Carlos Gomes, do PRB

Com Otomar Vivian, prefeito de Caçapava do Sul, PP

Deputada Estadual Zilá Breitenbach, do PSDB

Presidente da FAMURS, prefeito de Santo Ângelo Valdir Andres, PP

Ao lado de Pablo Mendes Ribeiro, vereador suplente do PMDB de Porto Alegre

Registro com Vitor Faccioni, conselheiro do TCE/RS, Adão Oliveira e Kevin Krieger

Com o Chefe da Polícia Civil gaúcha, Ranolfo Vieira Jr e sua esposa

Junto a vice-prefeita de Canoas, Beth Colombo (PP) e seu marido Francisco Biazuz

Casal Oscar Raabe

Com Simone Messias

Integração política: secretário estadual do Esporte e do Lazer, Kalil Sehbe, PDT,  ex-vereador Adeli Sell, secretário estadual da Justiça e dos Direitos Humanos, Fabiano Pereira e 
vereador Carlos Comassetto, os três do PT

Panorâmica da Churrascaria Montana Grill 

 Fotos: Guga Stefanello

*sindicato que reúne o comércio varejista de combustível e lubrificantes do Estado






Da denúncia à interdição




Nota da Página 10 do jornal Zero Hora de hoje sobre a origem da denúncia do sucateamento do Departamento de Criminalística do Instituto Geral de Perícias do Estado. 
Registro importante para o conhecimento de todo o processo ocorrido.

A partir de denúncia que recebi sobre as péssimas condições de trabalho dos peritos e técnicos, devido a precária estrutura da sede do Departamento é que a questão veio a público.
Levei a questão para pauta da Comissão Permanente que trata dos Dir
eitos Humanos e da Segurança Urbana da Câmara, que resultou na entrega de um dossiê, do qual fui relatora, ao Ministério Público Estadual e do Trabalho.
Sigo acompanhando de perto aguardando as devidas providências do Governo do Estado para o contorno do problema retratado em reportagem de ZH de ontem, que também compartilhei em postagem aqui no Blog:
Morosidade nas perícias/Interdição do IGP ameaça solução de crimes/ Fechamento do principal edifício do instituto provoca queda na emissão de laudos









segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Desmonte na Segurança Pública


O Jornal Zero Hora de hoje deu destaque ao sucateamento do Instituto Geral de Perícias do Estado, IGP, que desde fevereiro venho denunciando na tribuna da Câmara Municipal de Porto Alegre.
Após denúncia que recebi sobre as péssimas condições de trabalho dos peritos e técnicos, devido a precária estrutura da sede do Departamento de Criminalística do IGP, levei a pauta para a Comissão Permanente que trata dos Direitos Humanos e da Segurança Urbana da Câmara, e, a partir disso, vistoriamos o prédio e entregamos dossiê, do qual fui relatora, ao Ministério Público Estadual e do Trabalho.
A matéria mostra o verdadeiro desmonte do IGP e registra o que venho falando: segurança pública só é prioridade em discurso de campanha.


Polícia

Morosidade nas perícias02/12/2013 | 06h04

Interdição do IGP ameaça solução de crimes

Fechamento do principal edifício do instituto provoca queda na emissão de laudos

Interdição do IGP ameaça solução de crimes Dani Barcellos/Especial
Foto: Dani Barcellos / Especial
O vigilante Oziel Santos de Melo, que trabalhava na portaria de uma obra no bairro Humaitá, em Porto Alegre, foi morto com um tiro no pescoço no dia 20. Após matá-lo, ladrões levaram uma TV e um computador. Os policiais civis que investigam o caso já receberam informações sobre uma quadrilha que atua na região. Se conseguirem apreender a arma de algum suspeito, isso de pouco adiantará. É que os testes de balística do Instituto-geral de Perícias (IGP) não são feitos há um mês e não há perspectiva, a curto prazo, de quando serão retomados.
Desde 1º de novembro, o principal prédio do IGP, o do Departamento de Criminalística, está interditado por determinação da prefeitura, em decorrência da falta de proteção contra incêndio. Apesar de bem-intencionada, a medida acarretou um efeito colateral devastador em uma repartição que já sofre com a morosidade, por carência de funcionários. Vital para elucidar crimes como homicídios e latrocínios, o setor de balística do IGP não emitiu nenhum laudo neste período. Nesse local, deixam de ser feitas 30 perícias por dia, em média. Isso significa 900 perícias não realizadas desde que o prédio foi fechado. São exames de projéteis (em média, 20 por dia) e armas (10 por dia) que não aconteceram. O cálculo é do Sindicato dos Peritos Criminais do Rio Grande do Sul.
O setor de balística está inoperante porque nele funcionam laboratórios de revelação química, necessária para verificar a numeração de armas apreendidas. Ele tem esgoto especial, locais de exames isolados (para evitar contaminações químicas ou por líquidos de outras perícias). Como o prédio principal do IGP foi interditado sem que se tivesse construído novos laboratórios, essa ala está paralisada. Alguns servidores estão em casa, outros, em férias.
Esse setor não é o único atingido. Conforme dois sindicatos, dos Servidores da Perícia e dos Peritos, a média de perícias diárias em todo o IGP caiu, desde 1º de novembro, de 73 para 52. Num cálculo aproximado, deveriam ser feitos, nos últimos 30 dias, 2,2 mil laudos, mas foram realizados pouco mais de 1,5 mil. Ou seja, 30% deixaram de ser concluídos. Os servidores reclamam que o serviço está pulverizado entre vários prédios inadequados para um bom trabalho.
— Não é só na balística o problema. Há também na informática e na fonética. Na documentoscopia, uns 70 laudos não foram emitidos por falta de lugar adequado para trabalhar. Na perícia ambiental, 40 perícias não foram agendadas e 40 não foram expedidas — diz o presidente do Sindicato dos Peritos Criminais, Álvaro Bitencourt.
Cerca de 20 plantonistas, que permanecem 24 horas atuando em locais de crime, estão praticamente acampados em uma sala do Departamento de Identificação. Alguns descansam em colchonetes, outros, em poltronas, quando o normal seria camas. Cogita-se greve, se não houver mudanças.
O reflexo disso para a população é a impunidade, alertam especialistas. Atrasos de perícias retardam a conclusão dos inquéritos policiais e podem até comprometer os resultados, se a Justiça entender que réus devem ser libertados por decurso de prazo (quando passa tempo demais entre o indiciamento e a possível condenação).
— Isso acarreta a soltura de réus perigosos, adia júris e faz com que o juiz suspenda prisões preventivas, porque o suspeito passou muito tempo na prisão, sem que a perícia comprovasse seu crime. O surgimento de novas delegacias de homicídios é excelente, mas não adianta se as perícias atrasarem — analisa Eugênio Amorim, promotor da 1ª Vara do Júri de Porto Alegre.
Odival Soares, diretor do Departamento de Homicídios da Polícia Civil, prefere não polemizar, mas admite:
— Nos casos em que apreendemos armas com suspeitos, a perícia é vital, e os atrasos são rotineiros.
A falta de funcionários é outro dilema. O quadro de cargos de provimento do IGP prevê 1.766 servidores. Hoje, são 862, média que se mantém há anos. Os concursos sequer suprem aposentadorias e desistências, segundo a presidente do Sindicato dos Servidores do IGP, Cláudia Bacelar Rita.
— Muitos desistem da carreira porque o salário inicial é de R$ 1,4 mil (para nível médio) e de R$ 4,5 mil (para alguns de nível superior), excetuados adicionais por risco de vida. Muitos médicos vão embora, porque qualquer posto de saúde na Capital paga pelo menos R$ 9,5 mil, sem exigir exclusividade — exemplifica .
Atualmente, há negociações entre associações de peritos e a direção do IGP, para solucionar os impasses no universo da perícia gaúcha.
Novo prédio só existe no papel
O governo estadual anunciou há poucos dias que o Rio Grande do Sul terá um Centro de Excelência em Perícia Criminal, o primeiro do gênero no Brasil. As obras devem começar até 2015, e o Ministério da Justiça já disponibilizou R$ 28 milhões, além dos R$ 2,8 milhões de contrapartida da Secretaria Estadual da Segurança Pública (SSP). O único problema na notícia, divulgada em novembro, é que há quase três anos o governo Yeda Crusius fez anúncio semelhante. Caberá ao IGP, inclusive, atender, quando necessário, os Estados de Santa Catarina, Paraná e países vizinhos, informa o secretário da Segurança Pública, Airton Michels.
O prédio, a ser construído na Rua Voluntários da Pátria, está previsto para ter sete andares e abrigará todos os setores e divisões do Departamento de Criminalística e do Departamento de Perícias Laboratoriais. O Departamento de Identificação seguirá na Avenida da Azenha, e o Departamento Médico Legal, na Avenida Ipiranga.Serão comprados equipamentos de laboratório, como microscópios e scanners de corpo.
Um prédio em tudo similar ao que agora é prometido pelo governo Tarso Genro foi anunciado pela ex-governadora, inclusive com lançamento de maquete. Estava orçado em R$ 60 milhões. Ficou apenas na maquete. Zero Hora procurou representantes da segurança pública na gestão Yeda Crusius. Tentou obter opiniões do ex-secretário Edson Goularte e do ex-presidente do IGP, Áureo Figueiredo Martins. Nenhum deles deu retorno aos pedidos de entrevista.
O cotidiano dos sem-laboratório
Indispensável para fornecer provas materiais contra suspeitos de assassinato ou roubo, o setor de balística está inoperante desde 31 de outubro. Era o que mais necessitava de isolamento, dentro do prédio do Departamento de Criminalística, na Avenida Princesa Isabel, em Porto Alegre. Os peritos recebem armas e com elas fazem, via de regra, vários testes, como verificar se funciona e se não está adulterada (com numeração raspada ou peças trocadas para aumentar o calibre). São cerca de 600 armas por mês, nos cálculos de quem atua ali.
Outros 300 testes envolvem apenas projéteis. O perito faz a chamada coleta de padrão, que consiste em disparar com a arma suspeita dentro de um caixão forrado, pegar a bala e compará-la, ao microscópio, com o projétil coletado no local do crime. Cada projétil, ao ser disparado, fica marcado com ranhuras impressas pelo cano da arma.
— É como uma impressão digital marcada em chumbo — define um perito consultado por ZH.
A comparação das ranhuras do projétil coletado no local do crime às do que foi disparado pela arma apreendida só pode ser feita em microscópios. E os disparos devem ser feitos em câmeras existentes no DC, porque envolvem ruídos. Pois tudo isso parou e não há perspectiva de volta, a curto prazo.
Desde o início de novembro, os microscópios, a seção química — que usa produtos especiais para analisar adulterações das armas — e as câmeras de disparo não operam, porque o prédio foi interditado.
Sem trabalhar na sua função-fim, os peritos da balística estão atuando na Academia Integrada de Segurança Pública, elaborando Procedimentos de Operação Padrão (manuais sobre a rotina de serviço). Sem tiros, sem microscópio, sem laudos.
— Muitos aproveitaram para tirar férias ou licença-prêmio. Outros apenas vão para casa, esperam. Nunca vivemos algo parecido — resume um perito com três décadas de experiência.
Ainda não há data prevista para a reabertura dos laboratórios do setor de balística.
ZERO HORA - ZERO HORA



    domingo, 1 de dezembro de 2013

    Receita de fim de semana


    Emendando um trabalho no outro, uma agenda na outra. Esses últimos meses do ano de 2013 foram super puxados e por vezes saía de manhã de casa e só voltava à noite. 
    Em que pese que o saldo foi extremamente produtivo para a minha vida política, estava precisando resgatar as energias e como não conheço nada melhor para isso do que estar com meu trio querido, Martina, Marcela e Catharina, passei o fim de semana com elas!
    A nossa programação foi maravilhosa, desde as brincadeiras das mais comuns em casa, como fazer comidinha para as bonecas, jogar dominó, pescaria, montar quebra cabeças e contar histórias das princesas, arrematando com um almoço com toda a família na casa dos meus pais e fechando com passeio no parque Germânia com direito a lanche numa cafeteria das redondezas. 
    Pude acompanhar e curtir todos os diálogos da Martina e Marcela que além de primas, nas mínimas atitudes demonstram que se adoram. 
    Sempre que posso, fico com as duas juntas e agora que a Catharina começou a caminhar, já está participando mais e formam esse trio muito querido. 
    Peguei para mim a tarefa de possibilitar esse convívio entre elas e sempre proporcionar momentos de alegria, de contato e de reforço dos laços e do vínculo afetivo, ensinando o amor pelas pessoas da família, estimulando o sentimento de gostar de estarmos juntos, algo que é muito forte na família Leal e que faço questão de alimentar.
    Em imagens, o nosso fim de semana:


    No "súper" com o Vovô Alexandre
    Muitas brincadeiras: de massinha de modelar...
    E de comidinha
    Catharina encontrando sua "ídola" Martina e aprontando pela casa
    Catharina "lendo" o jornal 
    Brincamos no play também
    A Marcela colocou o gatinho para cuidar da casa e a Martina levou para o escorregador.
    Esses gatos de pelúcia foram presentes meus no Dia da Criança
    As três juntas
    Marcela e Martina sempre comportadas no carro
    Almoço de família na casa dos bisavós Carmen e Pedro Américo: Júlia, Catharina,
    Martina e Alice
    Pedro Américo Leal encantado com as bisnetas
    Explorando o Parque Germânia
    Pausa para o café e para o picolé