Recebi o nome de Mônica em homenagem à Santa Mônica.
Minha mãe, Carmen, muito católica, conhecia a história de fé desta mulher que virou santa, conhecida por persistir em oração na busca de seus objetivos e pelo bem de sua família.
Meus pais simpatizaram com a força que vinha junto com esse nome e assim me batizaram.
Reza a lenda que meu pai, Pedro Américo Leal, gostaria que fosse Monique - e assim ele me chamava de uma forma carinhosa e só nossa - mas a preferência da minha mãe por Mônica, venceu.
“Santa Mônica, rogai por nós!”
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