segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Bom Fim, Um Bairro Especial

Nessa última quinta-feira eu sai para fazer uma caminhada pelo bairro Bom Fim. Visitei as lojas, falei com os comerciantes e entreguei minha propaganda eleitoral para as pessoas que encontrei. Foi maravilhoso! Mais uma vez eu pude sentir a boa acolhida dos porto-alegrenses, que fazem questão de manifestar que conhecem o meu trabalho e confiam nele. Adorei, pessoal! Enquanto caminhava pelas ruas do Bom Fim, eu lembrei das vezes em que fazia o mesmo com meus filhos, Marcelo e Juliana, quando crianças. Eles nasceram na época em que morávamos na rua Vasco da Gama. Foram tempos muito felizes naquele bairro, os quais recordo com satisfação. Depois, compramos uma casa na rua Camerino em Petrópolis, onde eles cresceram, e eu montei na antiga residência, que era da família do meu marido, o meu comércio, que foi a primeira Pronta Entrega de moda jovem  aqui no Rio Grande do Sul. Foram alguns anos morando e muitos trabalhando no bairro Bom Fim.


Algumas pessoas me pararam nessa minha caminhada para dizer que estavam acompanhando a campanha e torciam pela vitória nas urnas.Também encontrei antigos eleitores do meu pai, e aí a conversa foi sobre ele. O comércio desse bairro é, na grande maioria, de judeus, e eu conheço todos, pois sou casada com um membro da comunidade judaica e tenho queridos amigos nela. Foram três horas de boas conversas, e me atrevo a dizer que foram poucas, pois faltou tempo para visitar todos os estabelecimentos comerciais. Se bem que o Evandro, coordenador da campanha de Porto Alegre, que estava conduzindo esta visita, e é um dedicado e competente líder político, disse que nem com um dia inteiro eu conseguiria dar conta das visitas, porque as pessoas gostam de conversar comigo e eu com elas. Ele tem mesmo razão, esse é o meu programa preferido, andar nas ruas e falar com o povo.

Entrei na loja de fotografias Czamanski, muito tradicional da Osvaldo Aranha, e o proprietário me recebeu com uma alegria de emocionar. O curioso é que ele estava atendendo um cidadão que olhou para mim e falou: "mas agora há pouco eu te vi num cavalete ali na rua!". O fato inusitado dessa minha caminhada pelo Bom Fim  foi ao passar em frente ao comitê de um candidato a deputado federal do PT, quando eu fui parada e cumprimentada pelo meu trabalho na Cultura e na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Gostei dessa manifestação respeitosa e afetuosa. É sinal que eu consegui mostrar que, para mim, o Rio Grande está acima de siglas e ideologias partidárias. E não parou por aí, o chaveiro, os pedreiros, o sapateiro, os jovens estudantes, o jornaleiro, enfim, foram muitas as manifestações de carinho que recebi dos comerciantes e moradores desse bairro que faz parte da história da minha vida. 
com Gildo Chwartzman no bazar Regalo
com Efraim Mester, proprietário da Farmácia DrogaMaster
Com o Czamanski do estúdio de fotografia
O cidadão que me viu no cavalete
Patrícia Cohen Tvorecki me parou na rua
entregando minha propaganda
conversando com o chaveiro do bairro
com tradicional sapateiro da rua João Telles
com a proprietária da loja Danny
trocando idéias com a gurizada
encontrei uma eleitora minha e admiradora do meu pai
Com o empresário Nelson Wolff
na famosa Casa dos Tapetes

domingo, 12 de setembro de 2010

Informando...

Cheguei agora em Uruguaiana depois de ter visitado as cidades de Camaquã, Livramento, Rosário do Sul e São Gabriel. O roteiro até aqui foi maravilhoso, hoje tenho o dia neste município e depois as cidades de Alegrete e Bagé. Como estou super cansada vou dormir algumas horas para resgatar energias e cumprir a intensa agenda que tenho pela frente. Prometo atualizar meu blog com as postagens que estou devendo aos leitores que me acompanham. Ah, aos que mandaram mensagens cobrando sobre a minha visita ao bairro Bom Fim, informo que será a primeira postagem assim que tiver condições técnicas para baixar as fotos, coisa que nesse momento é impossível.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Na estrada rumo a Camaquã

Caros leitores, estou na estrada em direção a Camaquã, onde terei uma janta importante com lideranças locais. Na sequência, pego o rumo da fronteira até Uruguaiana, passando por São Gabriel, Rosário do Sul, Livramento e Alegrete. Só retorno à capital na terça-feira.
A propósito, quero registrar minha satisfação no contato com o público na última quinta-feira, quando realizei uma caminhada pelo Bom Fim. Encontrei diversos amigos, amigas, ex-eleitores do meu pai, Pedro Américo Leal, e apoiadores da minha caminhada política.
Aguardem, meus leitores, até eu ter um tempinho livre, que é a jóia mais preciosa atualmente, para postar todas as fotos e relatos da minha visita ao bairro mais tradicional de Porto Alegre, o Bom Fim.
Fim de tarde em Camaquã

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Sorteio? Não, obrigada!

Nunca fui de participar de jogos e sorteios. Tudo que conquistei na minha vida foi através de muito trabalho. Nunca antes havia testado a sorte e nem faço questão de passar por isso, mas com a decisão do PP nessas eleições que participo, foi de fazer um sorteio entre os candidatos a deputado estadual para definir a ordem das inserções na tevê, tive que seguir o combinado. Me dei mal, pois minha propaganda falada na tevê apareceu só uma vez, sendo que na véspera de um feriado à meia noite, ou seja, ninguém deve ter visto. Constatei que é melhor eu continuar pensando sobre o assunto de sorteios e jogos como sempre pensei e agi na minha vida, ou seja, sem confiar meramente na sorte.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Feriado e Civismo


Hoje eu participei do desfile de 7 de setembro que em Porto Alegre acontece todos os anos na Avenida Loureiro da Silva. Eu, como filha de bom soldado, sempre acompanhei essa solenidade. E a cada ano, o momento que passo na avenida faz abrir as comportas do tempo e aflorar lembranças da minha infância. Desde ainda bem pequena, aguardava com muita ansiedade essa data, pois meu pai, Pedro Américo Leal, me levava para o palanque oficial, onde assistíamos o desfile do início ao fim. Já contei aqui no meu blog que morei na Vila Militar de Rezende, no Rio de Janeiro. Ali, comecei a conhecer e admirar a lealdade e o compromisso dos soldados que servem a nossa pátria. Aprendi a cantar o Hino Nacional e o Hino do Rio Grande com a mão no coração. 

A rígida disciplina militar com que fui criada, imprimiu no meu perfil pessoal e profissional uma conduta respeitosa e dedicada e me ensinou a ter convicções e lutar por causas. Gostaria muito que todas as crianças tivessem a oportunidade que eu tive: conviver com o Exército Brasileiro. Penso que falta civismo nos nossos jovens de hoje, então, assim como já levei meus filhos, resolvi levar meus sobrinhos no desfile para que eles vissem crianças, jovens, mulheres e idosos dedicarem a manhã do seu feriado a um ato cívico. Valeu a pena, pois os gêmeos, Ricardo e Eduardo, que são filhos do meu irmão João Pedro, assistiram entusiasmados todos os segmentos que desfilaram. 

Lá encontrei com amigos do Exército que sempre me recebem com tanta deferência, carinho e amizade, que fico emocionada. Falei também com a Governadora Yeda, com o Prefeito José Fortunati, Dom Dadeus e o Secretário de Segurança Pública, General Edson Goulart. Por sinal, o General e eu, que fomos colegas na pós-graduação em Ciências Políticas, somos amigos e temos uma grande causa em comum, a segurança pública, e trocamos ideias sobre essa área. A cerimônia levou exatamente duas horas, aliás, como todos os eventos do Exército, que tem hora para iniciar e terminar, sem atrasos, algo que eu aprecio demais. Quem dera os civis copiassem esse modelo.























segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Carreata do entusiasmo

Nesse domingo que passou, fizemos uma carreata em Porto Alegre que foi simplesmente magnífica. Eu adorei! Primeiro que fiquei muito contente que tudo transcorreu como planejamos: de forma educada e respeitosa para não incomodar as pessoas que não participavam dela, ou seja, aqueles que passeavam pelas ruas ou descansavam em suas casas. É que eu pedi aos participantes da carreata que não buzinassem. Penso que as buzinas ferem os ouvidos das pessoas, não faz sentido uma barulheira dessas. Queria apenas que tocasse o jingle, que já toca mais alto que o normal, dentro do horário permitido e fazendo silêncio total em frente aos hospitais. E deu certo, nenhum dos participantes da minha carreata fez uso da buzina.

A concentração foi na Praça da Encol às 9h e a previsão de saida era às 10h, com tolerância de 30 minutos, então saímos às 10h e 30 minutos. Foi bonito de ver a chegada dos amigos, colaboradores e simpatizantes da minha candidatura. A calçada foi pouca para tanta gente e o pessoal foi se espalhando pela praça. Meu pai,Pedro Américo Leal, que nunca havia antes participado de uma carreata, estava num entusiasmo danado e falava: "só mesmo a minha filha para me fazer participar de uma carreata”! Quando alguém parava para cumprimentá-lo e elogiava sua participação na campanha, ele de pronto respondia: “é o entusiasmo da Mônica que me faz participar”. Enquanto estávamos na calçada esperando a hora marcada para sair, muitas pessoas vieram falar conosco informando o apoio certo nas urnas.Também pediram santinhos e adesivos para os carros. Foi muito bonito sentir a boa acolhida do meu nome pelos porto-alegrenses, pois nasci e me criei aqui. Minha vida política começou na capital e tenho um imenso amor por essa cidade.

Saímos dali para um longo percurso e confesso a vocês que seria difícil lembrar o nome de todas as ruas que passamos, pois foram muitas. O legal é que nesse caminho que fizemos as pessoas abanavam, sorriam e com o dedo polegar faziam o sinal de positivo quando passávamos. As janelas e portas de várias residências se abriram para mim e fiquei muito honrada com isso.

Também, tiveram momentos em que a fileira de carros parou para o pessoal descer e entregar pessoalmente a propaganda para as pessoas que sinalizavam querendo recebê-la.Foi emocionante sentir a confiança do povo. Olha pessoal, por mais que eu queira exteriorizar para vocês o que eu vivenciei ao ver as manifestações dos porto-alegrenses, eu sei que não conseguiria, seria pequeno perto da grandeza do que senti. Depois de quase três horas, chegamos no Piquete Lanceiros da Zona Sul,no Acampamento Farroupilha, para saborear um delicioso carreteiro feito especialmente para mim. Me atrevo a dizer que este meu domingo foi um dos melhores do ano.Enquanto escrevia esse texto, fui informada que a minha carreata surpreendeu por ter sido a que reuniu o maior números de carros em Porto Alegre.    
A saída da Praça da Encol
Muitos carros participaram
A concentração na Praça da Encol
O pessoal chegando para a concentração
Cada vez chegava mais...
Lisi, Evandro....
...e Marcelo renovando os adesivos do meu carro
Meu pai com João Palmeiro
Com meu pai, Pedro Américo Leal
Com meu pai e Leonardo Handler
Família unida na carreata
Os fãs do Pedro Américo
São muitos e eu sou uma filha orgulhosa
Entregando minha propaganda
Com um amigo do meu pai
Os carros com as bandeiras
Uma fila e tanto de carros
E os motoristas eram todos amigos
Quando a carreata passou na frente do comitê...
...a equipe de trabalho correu para rua
Comemorando o sucesso da carreata no ponto final
Em frente ao Parque Harmonia
No Piquete Lanceiros da Zona Sul
Com o pessoal do Piquete



domingo, 5 de setembro de 2010

Informação de utilidade

Ao pessoal que acompanha minha vida política e torce por ela!

Diante das inúmeras ligações e e-mails que recebi perguntando o motivo pelo qual minha propaganda eleitoral ainda não foi veiculada na televisão e rádio, aqui vai a explicação e uma boa notícia: foi feito um sorteio entre os candidatos do meu partido para decidir a ordem dessas inserções na mídia e eu fiquei para o mês de setembro, portanto a minha propaganda na íntegra vai ao ar nessa segunda-feira, dia 6 de setembro. Por favor, não deixem de assistir, porque eu gostaria muito da audiência e da opinião de vocês.