terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

Registro no Jornal do Comércio

Minha fala no Período de Comunicações na sessão plenária desta segunda-feira, foi sobre a chocante tragédia ocorrida com os meninos da base do Flamengo, no Rio de Janeiro. A sequência de falhas de responsabilidade, prevenção e fiscalização resultou na morte de dez jovens e de seu futuro como jogadores de futebol profissional.





segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

A perda de Boechat

Estou muito triste com a morte do Ricardo Boechat, jornalista, apresentador e radialista.
Sem ele, o jornalismo não será o mesmo.






Luto e pesar na sessão plenária de hoje



A sessão plenária desta segunda-feira, dia 11, teve antes de seu início a realização de um minuto de silêncio pelos dez adolescentes mortos no trágico incêndio no CT do Flamengo no Rio de Janeiro e pelo falecimento do grande jornalista Ricardo Boechat, notícia que chegava naquela hora e que chocou a todos. A imprensa brasileira perde um de seus maiores expoentes e o Brasil um profissional competente e verdadeiro no que faz.
A tragédia com os meninos jogadores, e todas as medidas preventivas que poderiam ter sido tomadas, as possíveis falhas e responsabilidades, predominou nas manifestações dos vereadores, trazendo o tema para a necessidade de fiscalização, prevenção e cuidado nas estruturas similares que temos em Porto Alegre, além da discussão dos projetos importantes para a cidade que estão em pauta.

Ao meu lado, o diretor legislativo da Casa, Luiz Afonso, quando solicitei o minuto de silêncio






Combate eficiente à pichação em Porto Alegre


Atuo, desde o meu primeiro mandato como vereadora de Porto Alegre na busca de medidas eficientes e leis para a diminuição dessa prática tão nociva à cidade, à nossa memória e à nossa história, que é a pichação.
O Disque-Pichação 153, foi sugerido por mim ao governo municipal, à época o de José Fogaça, que implementou o serviço em 2006.
Compartilho matéria do jornalista Guilherme Kepler para a Rádio Guaíba, que registra que a população está se valendo do Disque-Pichação e que a nossa Guarda Municipal está atenta e atuante no combate a esse tipo de ação criminosa.
A pichação de prédios públicos e de monumentos, junto à depredação de sinaleiras, de paradas de ônibus, postes e luminárias resulta em um prejuízo anual estimado em R$ 1 milhão pela Prefeitura de Porto Alegre.





Guarda Municipal deteve sete pichadores em 40 dias em Porto Alegre

Último flagrante ocorreu nessa madrugada, no Centro Histórico

Foto: Guilherme Testa / CP
A Guarda Municipal deteve sete pichadores, em Porto Alegre, nos 40 primeiros dias de 2019. O último flagrante ocorreu na madrugada deste domingo em um prédio residencial no Centro de Porto Alegre.
Por volta das 3h30min, o porteiro do edifício acionou a Guarda Municipal, que deteve dois homens e uma adolescente. Os dois maiores devem responder por crime ambiental, já que com eles os agentes encontraram tinta de spray. Com a menor, conduzida para a Delegacia de Polícia para Crianças e Adolescentes (Deca), foram encontrados dois tabletes de maconha e um canivete. Ela deve responder por posse de entorpecentes.
As denúncias podem ser feitas pelo Disque-pichação, 153. As pessoas podem denunciar qualquer ato sem precisar se identificar. Os bairros mais atingidos por atos de pichação incluem Centro, Partenon, Petrópolis, Cidade Baixa, Azenha, Santana, Restinga e Lomba do Pinheiro.
A pichação de prédios públicos, de monumentos, a depredação de sinaleiras, de paradas de ônibus, postes e luminárias resulta em um prejuízo anual estimado pela Prefeitura de Porto Alegre em R$ 1 milhão.
No caso das pichações, a Guarda Municipal de Porto Alegre registrou, no ano passado, 44 casos, dos quais 34 em prédios públicos e dez em imóveis particulares em 2018. Os agentes realizaram 38 detenções – de 34 adultos e quatro adolescentes.


domingo, 10 de fevereiro de 2019

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Cruzando as Conversas

Às 22h30 estarei no programa Cruzando as Conversas da RDC TV, sendo entrevistada pelos jornalistas Guilherme Macalossi, do Brasil Paralelo, Carlos Müller Villela, do Jornal do Comércio e Antônio Bavaresco Júnior. Apresentação do programa fica por conta de Ricardo Azeredo.


LUTO pelos meninos do Flamengo


Profundamente impactada, assim como todos os brasileiros, pela notícia que nos acordou hoje, do incêndio no alojamento do Centro de Treinamento do Flamengo, no Rio de Janeiro. Tragédias não deveriam existir. Quando elas envolvem crianças e jovens, parece que se tornam ainda mais revoltantes e dolorosas de suportarmos.
Os pais desses futuros jogadores de futebol profissional com certeza dedicavam sua vida a realizar o sonho de seus filhos, valorizando seu talento, e imagino que se sentiam seguros com a realidade oferecida a eles pelo clube, um centro moderno, de instalações reformadas, mas que se soube agora, não possuía autorização da prefeitura para que o espaço incendiado funcionasse como um dormitório.  
Isso é mais um dos absurdos do nosso país e não há como não lembrar do incêndio da Boate Kiss, e até do Museu Nacional, e o quanto precisamos de muito mais controle, fiscalização e punição, bem como da cultura de prevenção, pois esses episódios lamentáveis continuam acontecendo e poderiam ser evitados.
Extremamente triste esse ocorrido, que ainda processa as causas e divulga as vítimas. Minha solidariedade à dor das famílias.