domingo, 26 de dezembro de 2010

Compartilhando afeto

Recebi muitas mensagens de natal e queria postar todas, mas como isso é impossível, escolhi as primeiras que chegaram por e-mails e torpedos. Adorei as manifestações! Obrigada pelas palavras afetuosas que ficarão guardadas no meu coração para sempre.



Feliz Natal!
Que Deus ilumine e proteja sempre sua grande família!
Agradecemos por tudo de bom que tem proporcionado para nós...a sra é especial p/nossa familia.
Saúde, Paz e Luz p/ todos nós!
Bjs
Rose Ribeiro


A minha querida amiga Mônica,  meu carinhoso cumprimento por este NATAL e que as alegrias deste momento se estendam por todo o próximo ano trazendo muita saúde,paz e felicidades a você e toda a tua família.
Um abraço de Gibelino e Anadir  de Santiago


Mônica
Desejo-te Feliz Natal e um Ano Novo totalmente saudável, feliz e próspero.Tu mereces, guria querida!
Um beijo a ti e a todo o clã !! 
Antônio Augusto.


Mônica,
"Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força da sua alma, todo o universo conspira a seu favor."
Johann Wolfgang Goethe

Só tenho a agradecer tudo o que tu me oportunizou estes últimos anos. Adorei ter trabalhado na secretaria da cultura e ter tentado te ajudar na campanha.
Quero te desejar um Natal maravilhoso, cheio de alegrias. Claro que eu sei que vai ser, tua família está aumentando com as netas.
Desejo, realmente, que tu tenhas um 2011 cheio de realizações. Muito sucesso pra ti no próximo ano.
Quero te dizer que sempre podes contar comigo. Estou sempre disponível pra ti.
Um beijo no teu coração.
Tudo de bom pra ti e pra tua família.
Carolina Tavares                                                                                            

MÔNICA!
Final de ano sempre é uma correria para todos, mas não para esquecer das pessoas que são importantes para nós .
A gratidão é um valor que prezo muito e gostaria de agradecer a oportunidade que me ofertasse de trabalhar contigo na Cultura.
Desejo um Natal generoso junto aos teus familiares e que 2011 nos reserve boas surpresas e oportunidades!
PAZ E LUZ em nossos caminhos!!
BOAS FESTAS!
Simone Lewis

Mônica
Quero te dizer que eu desejo que tu passes um belo Natal junto com a família e as netinhas e que 2011 venha cheio de surpresas e desafios, mas também de decisões acertadas e de sucesso.
Quero te agradecer pela oportunidade de trabalho, tanto a primeira, na Câmara, e depois na Secretaria e por tu fazer parte desses últimos cinco anos da minha vida.
É isso, um grande bjo, Laura
 

Mônica
“Acima de tudo, guarde o seu coração, pois dele depende toda a sua vida”. (Provérbios 4:23).
Muito amor, paz, saúde e felicidade, é o que desejo a vocês e familiares, do meu coração,
Porque temos muito o que fazer, e faremos juntos!!!
Abraço,
Rosa Rutta
Superintendente IMAMA


Mônica
Gostaria de em poucas palavras conseguir expressar a honra que tive de participar, mesmo que voluntariamente de tua equipe de trabalho.Desejamos um Feliz Natal com sua família e muitas realizações.
Um grande beijo.
Evandro Lucas e Angela.


Mônica
Um Feliz Natal com muita paz, amor, saúde e trabalho. Que o senhor ilumine seus passos e o ano novo seja próspero.
Um abraço
Tadeu e família


Mônica
Desejo para ti e tua família um feliz natal com muita paz, felicidade, amor e esperança.E que 2011 seja de muitas conquistas, sucesso, prosperidade.
Um beijo querida
Thais

Mônica
Que a magia do Natal transforme nossos corações e confirme novos votos de paz, saúde e felicidades para o ano de 2011.Forte abraço do amigo Leonardo Pascoal.

Mônica
Feliz Natal!Saúde e paz.
Otto Bede

Mônica
Saúde e um ano novo com muito sucesso.
Um abraço
Antônio Carlos

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A união que fortifica

Daqui a pouco será noite de natal e vou passá-la com a minha grande família. A importância dessa data para mim começa justamente com essas três palavras: “minha grande família”. Prezo demais os encontros em que estamos todos juntos. Desde criança, escuto meus pais falarem que o Natal deve ser de agradecimento a Deus por conceder-nos a benção da família estar unida e com saúde. No início, eram só meus pais e os sete filhos. Hoje, somos quarenta e cinco pessoas entre noras, genros, netos, bisnetos, maridos e esposas dos netos. É mesmo um familião. Jamais um de nós faltou a essa cerimônia familiar. Não importa em que parte do mundo estejamos, que a noite do 24 de dezembro é sempre em Porto Alegre, com nossos pais. É como se esse compromisso de reunir a família fosse um pacto selado entre nós, os irmãos.
Hoje, me peguei pensando como será que meus pais conseguiram tamanha proeza. Sim, porque é um grande feito criar e manter nos sete filhos a conscientização da importância de celebrar o Natal em família. Enquanto são pequenos tudo é fácil, mas e quando são jovens e querem namorar e viajar? Aliás, bem normal isso, então não deve ter sido nada fácil para eles, mas assim eles firmaram uma tradição que também passamos para os nossos filhos. Mas, realmente, na minha casa havia determinadas coisas que eram indiscutíveis e lembro que uma delas era a preservação da união e do convívio. Quando acontecia uma separação na minha família, meu pai administrava tudo muito bem, pois ele tem uma cabeça aberta e apoia as decisões dos filhos. Ele tinha uma frase que falava, quando era informado de uma "mudança familiar": "Estamos aqui para o que precisarem, mas lembrem-se de preservar a união dos irmãos”. Olha pessoal, me atrevo a dizer que até hoje, nenhum de nós se imagina longe um do outro no Natal. Então, no aniversário de Jesus, eu quero pedir-lhe que proteja e ilumine a minha grande família e as pessoas que fazem parte da minha vida.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

A lembrança e os fatos

Meu pai, Pedro Américo Leal, e Celso Bernardi são muito amigos e sempre foram os grandes conselheiros da minha vida política. São duas pessoas completamente diferentes de temperamento, mas que tem em comum um coração bondoso e se doam por completo a uma causa. Lembro que numa vez em que me incomodei com o partido por não concordar com alguma coisa que aqui não vale a pena registrar, fiquei braba e fui dura nas minhas posições, quando o Celso calmamente virou-se para as pessoas que participavam da reunião e falou: "Agora a Mônica está vestida de Pedro Américo e ninguém segura, acho melhor dar um tempo e falar depois”.

Recebi essa fotografia de um querido amigo fotógrafo, o Tonico Alvarez, e quero postar aqui no meu blog como uma forma de homenagear esses dois homens públicos que tanto admiro.



quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dona Confusão

Dona Confusão é uma figura educada e prestativa, que parece ser, à primeira vista, uma ótima pessoa, mas não é. Destina seu tempo livre para armar sempre qualquer conflito que estiver ao seu alcance.
É mestra em praticar maldades bem disfarçadas, o que a muitos engana.
“Joga” de todos os lados, aparentando uma falsa amizade, com o objetivo de levar e trazer as fofocas, produzindo grandes discórdias.
Dona confusão é um personagem que existe em todos os lugares, principalmente na política.
Não existe solução para esse mal, a não ser precaver-se dos seus enredos.
Há, entretanto, uma vacina que a vida, mais dias, menos dias, nos aplicará, imunizando-nos de todos esses males: a vacina chama-se experiência.
Então, estaremos livres desta Figura, que acabará rotulada pelos seus atos e, obrigatoriamente, terá que partir para outras “bandas”, em busca de novo público que ainda não conheça suas artimanhas.
E ela segue seu rumo se dando bem, até a nova platéia descobrir a sua verdadeira faceta.
E ai o círculo se repete...
As pessoas são enganadas, se vêem no meio da confusão, mas se auto- imunizam contra este mal, e fogem da Dona Confusão.
E lá sai ela em busca de suas presas, em outro ambiente, onde possa armar as suas confusões, pois este tipo de personagem é imutável.
Assim são algumas pessoas que, tal qual o personagem Dona Confusão, vêm ao mundo para atrapalhar a vida dos outros. Ninguém, afinal, tem obrigação de ajudar o próximo, porém tem o dever de não prejudicá-lo.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Histórias da Vovó Moina


Pessoal querido que acompanha o meu blog, há uns dias recebi uma mensagem de uma pessoa muito especial. Digo isso porque só pode ser iluminada a pessoa que se dedica de cabeça, alma e coração a contar histórias para as crianças. Esse é um público diferenciado pela pureza dos sentimentos e pensamentos, com atitudes verdadeiras, então admiro demais essa pessoa por ela consquistar e ser tão querida pelas crianças - grandes e pequenas.
Por isso, convido a todos para acessarem o blog da escritora Moina Fairon, que ela mesma nos dá a dica no seu afetuoso comentário:

Querida Mônica
Tenho acompanhado o teu blog e sempre me comovo com o carinho e o orgulho  quando o assunto é a tua família. 
 É uma coisa muito bonita ter uma família  grande e tão amorosa.  Eu entendo bem a alegria e a satisfação que sentem os teus pais quando vocês estão todos reunidos.
Tenho esperança de que um dia, quando em uma de minhas idas a POA,  eu possa  te encontrar passeando com a Martina e a Marcela lá no Parcão.Quem sabe?...
Hoje  eu também tenho uma  pequena novidade só que não vou contar logo e sim, pedir para entrares no meu blog. Estou muito contente e faceira com o motivo da postagem. Até  estou ficando exibida! Forgive me!
O endereço do blog vai abaixo.
Um grande abraço,
           Moina  

(Eu prontamente respondi a ela por e-mail e a convidei para um café quando vier a capital).

Visite o Blog:" Histórias da Vovó Moina" 
http://www.vovomoina.blogspot.com
Você vai gostar.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Eu e minhas leituras

Pensando nesta semana que imagino que seja super atarefada para todos e também lembrando a leitura que fiz neste domingo no jornal Zero Hora, quero recomendar a crônica da Martha Medeiros, uma especialista em dizer coisas que as mulheres sentem. Vale como reflexão para o natal.

 

MARTHA MEDEIROS - Carta ao Papai Noel

Meu sonho é um mundo classudo e isso não tem nada a ver com roupas, carros ou joias.

Se você ainda não aderiu à campanha promovida pelos Correios, de buscar uma cartinha escrita por uma criança carente e ser seu Papai Noel, largue tudo o que está fazendo e trate de colocar o gorro e vestir as botas.

Nada pode ser mais gratificante nesta época do ano do que atender ao pedido de meninos e meninas cujo sonho é ter o uniforme do seu time, ter uma casinha de bonecas, ter material escolar, ter uma bola, ter um skate. Eles não pedem novos iPods e iPhones, não pedem notebooks, games ou viagens de intercâmbio, eles pedem a nostalgia dos nossos desejos infantis. Um passo a frente para eles, um resgate importante para nós, que temos tudo, menos a lembrança de um tempo em que também sonhávamos com o prosaico.

Se eu acreditasse em Papai Noel, escreveria para ele solicitando que essas crianças sejam também atendidas naquilo que elas nem pedem: afeto, cuidado, educação e acesso ao lado onírico da vida. Que essas crianças consigam assistir aos comerciais de tevê sem se sentirem excluídas desse universo megaconsumista e tecnológico, que elas continuem sonhando com casinhas de bonecas e carrinhos, sem desmerecer o que é de plástico.

E pediria também, Papai Noel, que essas crianças tenham um pai, uma mãe, um avô, uma avó, um tio, um irmão mais velho, algum familiar que lhes dê um foco, que passe adiante um valor maior, que saiba ensiná-los a distinguir entre o fútil e o primordial, lembrando que o primordial é imaterial: valorização da música, da arte, do esporte, da saúde, dos bons modos, da elegância de atitude. Ser elegante não é coisa de gente rica.

Tem muita gente rica que nem é. Ser elegante é não poluir a cidade, não ser arrogante, não ver como inimigos os que pensam e agem de forma diferente. Papai Noel, meu sonho é um mundo classudo, e isso não tem nada a ver com roupa, carros ou joias.

Ver as pessoas se comportando com mais cortesia e amabilidade me encantaria tanto quanto apreciar uma vitrine de bonecos em Nova York, tanto quanto um desfile no Natal Luz de Gramado, seria como me transportar para aquelas bolas de vidro que a gente vira de cabeça pra baixo para fazer nevar. Não tenho nada contra a pieguice da inocência.

Pra mim, Papai Noel, queria mais compreensão. Não dos outros, mas de mim mesma. Queria entender melhor meus medos, minhas carências, minha criancice tão dissimulada em meio a afazeres pretensamente adultos. Queria escutar a menina que ainda sou, entendê-la e satisfazê-la em suas travessuras. A menina em mim esperou eu crescer para se rebelar. Hoje ela me dá ordens: vai viver, deixa de pensar!

Papai Noel, me faz parar de pensar tanto. Se eu continuar pensando tanto, ponderando tanto, deixarei de ouvir a menina em mim e de acreditar na felicidade contida nas coisas simples, como casinhas de boneca e autinhos de plástico.

Gostoso domingo para você. Bom início de semana.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Meus bons momentos com os livros

Não existe nada que eu goste mais de fazer nas minhas horas livres do que ler. E isso vem acompanhado de um ritual, que é a busca por um bom livro, e acontece geralmente numa livraria que tenha cadeiras e mesas para que eu possa espalhar os livros que selecionei da prateleira, em especial na livraria Cultura do shopping Bourbon. É que lá tem uma cafeteria e gosto de tomar café apreciando minhas escolhas. Mas isso requer tempo, algo raro nos últimos anos e que agora retomo com muita satisfação. Não sou fissurada por nenhum tipo de literatura em especial, só não leio livros de auto-ajuda. Para mim o livro é um grande companheiro e penso que deveria ser um instrumento mais acessível, deveria estar na mão de qualquer cidadão, deveria ser um direito de cada um deles, pois seu poder de despertar a criatividade e o imaginário é imenso. E me atrevo a afirmar que não acredito que as novas tecnologias dos meios eletrônicos que ameaçam o livro no seu formato tradicional, tirem do nosso convívio esse objeto que preserva em si ainda um grande valor sentimental no seu aspecto físico. Nada substitui o cheirinho do papel e a relação que cada pessoa estabelece com seu exemplar. Livro é algo tão especial e íntimo que muitos sequer gostam de emprestar. Confesso que faço parte dessa turma e por uma razão muito simples: quando leio e gosto muito, eu separo para reler depois, com calma.

Claro que tenho meus escritores preferidos e cito como exemplo a Martha Medeiros que é gaúcha e já publicou inúmeros livros, sendo que alguns, viraram peças de teatro e filmes famosos.Seus livros são assíduos freqüentadores das listas dos mais vendidos do Brasil. Martha é uma competente profissional da escrita.Suas crônicas e livros falam da mulher moderna que conquistou seu espaço profissional sem se descuidar da família e busca realização pessoal.Os textos da Martha vão além dos romances sentimentais.O grande sucesso, ao meu ver, se deve ao seu jeito especial para descrever o lado intimo da mulher que vive o conflito dos tempos que são outros, porém, os sentimentos femininos são os mesmos, pelo menos no que diz respeito ao que desejam de um homem num relacionamento.Conheço a Martha a muito tempo.Veraneamos na mesma praia desde guria e as famílias são amigas.Depois como é de praxe, a vida se encarregou de levar cada uma para um lado, ela com as crônicas e livros e eu na política, mas por sorte moramos no mesmo bairro, volta e meia nos encontramos e aproveitamos para conversar.Foi o que aconteceu esse final de semana.