quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Rumo ao Dia Internacional da Mulher

A agenda pela manhã na Câmara foi a reunião da Procuradoria Especial da Mulher visando a programação do mês de março partindo do Dia Internacional da Mulher.
Presentes as quatros vereadoras da atual legislatura, colegas do Memorial e do Cerimonial da Câmara e representantes de entidades ligadas ao tema.



Foto: Henrique Ferreira Bregão/CMPA


Foto: Fabio Paranhos/ Gabinete







quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Gaúcha 90 anos


Meus cumprimentos pela bela trajetória de 90 anos da Rádio Gaúcha.
🎂 🎁👏🏼📻🎤

            

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Quando falta respeito, ética e moral



Fiquei muito impressionada e me gerou uma grande tristeza saber de tantas manifestações de fúria e raiva geradas pelo fato da internação e posterior falecimento da ex-primeira dama do país, Marisa Letícia, esposa do ex-presidente Lula.
Mas, onde estamos? Que país é este? Que brasileiros são esses que não respeitam a morte de uma pessoa? Não importa quem seja, respeito é respeito.
Diferenças ideológicas e partidárias não podem se sobrepor ao momento do luto. 
Também não podem ferir a ética médica, como vimos no caso de uma profissional do Hospital Sírio Libanês que enviou a um grupo de whatsapp de médicos que considerava restrito e confiável, detalhes sobre a condição de saúde da paciente, o que gerou a disseminação da mensagem para outros grupos e um desfile de comentários irônicos e maldosos.
Onde fica neste caso o juramento médico que se compromete a preservar todos os aspectos do doente: físico, emocional e moral?
Crise moral, esse é o mal do qual padece o Brasil dos últimos tempos, onde a falência das instituições, os discursos de ódio e as rivalidades políticas exacerbadas, travam uma luta livre no estilo vale-tudo.
Na esteira disso, assistimos ao velório da senhora Marisa Letícia ser palanque para um discurso de 40 minutos de Lula, aonde, mais do que o viúvo, quem se pronunciou ali era o político, que até a operação Lava-Jato citou.
Não tive como não me remeter para o velório do meu pai, que faleceu em agosto do ano passado, e que, mesmo tendo ocorrido no Salão Nobre da Assembleia Legislativa do Estado, determinamos, em família, que não seria um local adequado para falas políticas, por mais que velhos amigos quisessem relembrar sua trajetória, pois aquele era o momento do nosso mais profundo luto e deveria ser respeitado.







segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Fala na tribuna

Nesta segunda-feira, na segunda sessão plenária da Câmara Municipal de Porto Alegre, utilizei a tribuna pela primeira vez neste mandato, numa sessão marcada por falas variadas dos colegas vereadores, votação de priorização de projetos de lei e demais encaminhamentos.
Levei à tribuna as medidas de economia já propostas pelo prefeito Marchezan nesses primeiros 35 dias no novo governo municipal, e registrei a minha tristeza e indignação com a forma desrespeitosa como a internação e depois a morte da ex-primeira dama Marisa Letícia foi tratada nas redes sociais.







sábado, 4 de fevereiro de 2017

Lembranças de um lugar seguro


Tive recentemente a experiência de viajar para fora do Brasil e permanecer um tempo numa mesma cidade, o que me oportunizou vivenciar o lugar de outra forma, com um foco menos turístico e mais cotidiano. A cidade de Fort Lauderdale, que fica no estado da Flórida, Estados Unidos, é extremamente convidativa às férias, mas, minha ida foi motivada pela necessidade de acompanhar a minha filha, que está fazendo um curso. Meu genro esteve com a família desde a ida, antes do Natal, mas em janeiro teve que retornar devido aos compromissos de trabalho. Era preciso um total apoio às meninas, para que pudessem viajar junto com a mãe e estarem bem cuidadas e aproveitarem a estadia como se estivessem curtindo o verão em Torres! Por isso, aproveitando o período do recesso parlamentar da Câmara Municipal e do recesso do judiciário, eu e o Alexandre viajamos para encontrá-las.
Fort Lauderdale é belíssima, banhada pelo mar e entrecortada por muitos canais de águas limpas e navegáveis. O condomínio em que ficamos é perto da praia, de um belo calçadão e tem toda a infraestrutura de lazer para os pequenos. E partindo desse condomínio tranquilo e organizado, de onde vivi por vinte dias o cotidiano do bairro e da cidade é que pude perceber a diferença que é estar em um lugar seguro e sentir a famosa e tão preciosa sensação de segurança, pela qual tanto clamo e almejo para a minha Porto Alegre, para o Rio Grande do Sul e para o Brasil. Desde uma regra básica, como horário certo para colocar o lixo na rua, à placa do que pode e não pode se fazer na piscina - que tem as espreguiçadeiras de cada morador devidamente identificadas -, tudo é feito para todos se encaixarem e cooperarem, e ao final, tudo funcionar. 
Fiquei impressionada com a qualidade de vida dos idosos e com a atenção dada às crianças e estudantes, como por exemplo, a redução da velocidade dos carros para 15km/h em zonais escolares. É uma cidade que oferece muito retorno à sua população, que responde cumprindo as leis que foram feitas para o seu pleno bem-estar e segurança. Assim, o ciclo de satisfação se cumpre e é visto e vivenciado na simplicidade do dia a dia. Na ida a pé a um bar ou restaurante às dez da noite, na boa educação das crianças nesses estabelecimentos, na gentileza das filas, na prestação dos serviços, na sinalização, no estacionamento do supermercado, onde não vemos carrinhos de compras largados em qualquer lugar, na tranquilidade de fazer um piquenique na praça e de caminhar no calçadão sem medo e sem aqueles carros de som que nos tiram a paz. Essa rotina americana me fez refletir muito sobre direitos e deveres, sobre cumprimento de regras e códigos de convivência, sobre o permanente cuidado com o outro, evidente numa sociedade que busca e demonstra harmonia e respeito ao cidadão. Vi que é uma maravilha viver descansada, sem sinal de violência, que isso existe e é possível, mas que aqui, infelizmente, a gente já esqueceu como é.
Fort Lauderdale é um daqueles lugares apaixonantes que despertam aquela vontade de nos mudarmos para lá depois da aposentadoria..., mas, isso já é outra história.



Com a Juliana, a Martina e a Catharina e o condomínio ao fundo

Ronda da polícia na praia

As regras para a boa convivência dos vizinhos na área da piscina do condomínio

Um trio bem vivido andando de bicicleta e devidamente
protegido com seus capacetes

O tradicional ônibus escolar americano

Perto das escolas, agentes de trânsito sinalizam a atenção
e a redução da velocidade

Com Alexandre e as meninas

Um exemplo da tranquilidade de andar nas ruas à noite em Fort Lauderdale






quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017