quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Café e boa conversa


Hoje, em meio aos outros compromissos do dia, saí para tomar um café com meu pai. Sempre que dá a gente faz isso. É uma maneira que temos para colocar os assuntos em dia e, também, porque curtimos muito uma boa cafeteria. Conversamos tantas coisas que me perdi no tempo. Nem sei dizer quem falou mais, se fui eu ou ele. Meu pai, muito animado, logo me contou que tinha ido no almoço de confraternização dos Ex-Chefes de Polícia do Rio Grande do Sul. Bah, eu queria ser uma joaninha - esse é um bichinho que gosto muito - para ter presenciado esse encontro com a família policial que ele adora e onde a recíproca é na mesma intensidade, pois os agentes de segurança são seus declarados admiradores. Posso calcular o quanto lhe fez bem esse encontro com o pessoal da Policia Civil. Que bom!
Fui levá-lo em casa e fiquei um pouco mais, pois os assuntos eram muitos, lá pelas tantas da conversa, de súbito, meu pai levantou da poltrona e se dirigiu até o escritório dizendo que tinha guardado uma importante matéria para me mostrar. Voltou com um sorriso estampado no rosto, parou na minha frente exibindo a capa do jornal O Sul, apontando para onde havia uma foto de três mulheres militares com a seguinte chamada: "Mulheres Rompem Barreiras e Podem Agora Ser Generais”. Eu, que já tinha lido o jornal cedo da manhã, fui logo dizendo que tinha achado muito legal e ele me saiu com essa: "Eu tenho certeza de que você,  comprometida do jeito que é em todas as suas ações pessoais e profissionais, tendo como marca indelével na sua formação a lealdade, se fosse uma militar, chegaria ao posto de  general”. 
Ah! Claro que achei graça daquela análise do meu pai, ao mesmo tempo em que senti um imenso orgulho, porque sei da importância do Exército Brasileiro na sua vida. Então, mexi com ele dizendo que senti na fala dele uma pontinha de arrependimento por ter ido para a reserva, quando coronel. Mas também vejo que mesmo com a trajetória da carreira militar já cumprida, ele ainda se sente em plena atividade, pois dos valores, da conduta e da essência verde-olivas ele nunca se afastará.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Economia brasileira teve crescimento zero

As restrições à expansão doméstica e as expectativas negativas sobre a crise na Europa se disseminaram por toda a economia a ponto de paralisá-la no terceiro trimestre - o Produto Interno Bruto não cresceu nada em relação ao trimestre anterior.
Só a agropecuária se expandiu.
Pela primeira vez desde o auge do impacto da crise financeira mundial, na virada de 2008 para 2009, houve retração em todos os componentes do consumo interno: famílias, governo e investimento.
O consumo das famílias  recuou 0,1%, os investimentos, 0,2% e os gastos do governo, 0,7%. A combinação desses números desfavoráveis torna bem mais difícil chegar a um crescimento de 3,5% em 2012 e improvável a possibilidade de uma expansão superior a 4%, como desejado pelo governo.
A presidente Dilma Rousseff não ficou surpresa com o resultado apresentado pelo IBGE de estagnação da economia no terceiro trimestre em comparação com o segundo trimestre deste ano.Ela acha que o resultado não é bom, mas acredita que as medidas tomadas pelo governo na semana passada apresentarão efeito a médio prazo, com o crescimento das vendas e diminuição dos estoques.
Não  é de hoje que eu venho dizendo que sentia uma expressiva queda de consumo nas famílias.Os brasileiros estão endividados, o custo de vida está altíssimo.O gás, a luz, a comida, os impostos, bem como toda a gama de produtos necessários à sobrevivência.
O governo está iludido com o consumo das classes "C"  e  "D", uma vez que seus salários prermitem acesso ao mercado de consumo. Esqueceu porém da classe média, que no final das contas emprega as classes menos previlegiadas.
Vamos ver no que dá.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Fim-de-semana em família - Parte II


No domingo eu fiquei boa parte do dia em casa, na piscina, com a Martina e a Marcela.
No meio da tarde, levei as meninas para conhecerem a decoração de natal do shopping Iguatemi. Elas adoraram! Foi muito engraçado que as duas foram super animadas até a entrada do ambiente onde ficam todos os tipos de bonecos, bichos, enfeites, árvores, neve, jardins, pacotes de presentes, mas quando elas avistaram o Papai Noel, empacaram sem dar mais nenhum passo e, a metros de distância do bom velhinho, observaram as outras crianças que entregavam seus bicos, cartinhas e tiravam fotografias.
Aproveitamos para fazer um bom lanche e depois cada uma foi para sua casa.
Sair com as meninas é um programa maravilhoso que me faz um bem enorme.
Gosto de proporcionar esse convívio entre as primas que tem apenas um ano de diferença. A Martina tem 2 anos e três meses e a Marcela tem 1 ano e dois meses, mas já dá para sentir o carinho que uma tem pela outra.
Peguei para mim a missão de torná-las grandes amigas.
Vejam as fotos como exteriorizam o que falo.  

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fim-de-semana em família - Parte I



Meu fim de semana foi muito movimentado.
Como eu disse no outro post, sábado meus pais receberam para almoço uma prima querida que atualmente está morando em Brasília. E eu estava lá do início ao fim do encontro de família! Primeiro, porque foi uma das exigências da Deta quando telefonou avisando da sua vinda. Ela disse ao meu pai que queria muito me ver. Segundo, porque eu gosto demais dos meus parentes do Rio de Janeiro. Foram horas a recordar o passado, os tempos em que meu pai era militar da ativa e moramos no Rio, Niterói e Rezende.
Depois, bem a tardinha, eu levei a Martina no aniversário da Duda, sua grande amiga.
A Juliana estava às voltas com uma happy hour das amigas, afinal em fim de ano isso é bem comum entre os jovens, então, eu, que já passei dessa fase, acompanhei a pequena na festa e olha que me diverti bastante, pois entrei nas brincadeiras de bambolê, de esconder, de roda, de dança, de bola de sabão e na cesta.

Martina e eu assistindo o jogo de futebol dos meninos

Brincando de roda

Desenhando
Fazendo bambolê
Cantando parabéns  para a Duda...
que foi muito festejada pela Martina.

Martina pronta para jogar a bola na cesta.

Um abraço amoroso do pai que foi ver a filha no aniversário...

 e  entrou nas brincadeiras.  
Ela   adorou!


 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Estilo de vida

Receber  com estilo não requer muito tempo nem grandes esforços.
Seguindo o conceito da família Leal, com simplicidade é possível preparar uma recepção  charmosa e divertida. Foi assim que neste sábado, recebemos a  prima do meu pai que vive em Brasília.              



Pedro Américo, Deta e Carmem

Pelas ruas de Porto Alegre


Na casa dos meus pais


 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Podíamos ficar sem essa


Em todos os lugares por onde eu andei nesta sexta-feira, o assunto em questão foi a decisão inequívoca da Presidente Dilma de manter no cargo o ministro Carlos Lupi. Eu me atrevo a dizer que foi o legitimo “tiro no pé”, mas, para mim, o mais chocante é que a presidente não só desconsiderou a recomendação do afastamento do seu ministro, feita com unanimidade pela Comissão de Ética, cuja a função é zelar pela moralidade no governo federal, como ainda pediu explicações sobre o julgamento ao colegiado. Isso que o Procurador-Geral da República, elogiou a recomendação da Comissão!
Não, não, eu juro que pensei que já tinha visto de tudo na vida pública e nada mais me surpreenderia. Triste engano, pois este fato é um verdadeiro absurdo.
Essa foi de amargar!
Com todo o respeito que devo a Presidente do meu Brasil, preciso dizer-lhe que estou profundamente desencantada com a sua decisão.

Uma Convenção especial


A Convenção da Mulher Progressista deste ano ficará guardada no meu coração de uma maneira muito especial.É que  fui acompanhada pela doce Martina. Foi o primeiro evento político da pequena e pelo jeito ela gostou. Sentamos ao lado da presidente de honra do movimento da Mulher Progressista, a querida Lia Seling.
A fotografia foi tirada de surpresa pelo amigo e vereador, João Carlos Nedel. Foi uma bela lembrança que recebi.
Já combinei com a Martina que na próxima convenção vamos levar a Marcela.